Sargento da PM e assessor da Prefeitura de Petrópolis são presos por rastrear viaturas a mando do tráfico

A Operação Asfixia revelou um esquema grave de infiltração do Comando Vermelho na Região Serrana do Rio de Janeiro. Segundo a Polícia Civil, o sargento Bruno da Cruz Rosa e o assessor Robson Esteves de Oliveira foram presos por instalar GPS clandestinos em viaturas da PM, permitindo que traficantes monitorassem em tempo real a movimentação das equipes policiais.

Foto: Divulgação.

Robson comprava os rastreadores e os entregava ao chefe da facção, Wando da Silva Costa, que repassava os dispositivos para Bruno instalar nos veículos. A investigação aponta que ambos atuavam como informantes do tráfico, recebendo dinheiro e benefícios para repassar informações sigilosas.

A operação, conduzida pela 106ª DP, Gaeco/MPRJ e Core, prendeu 12 pessoas e bloqueou R$ 700 mil em bens da organização criminosa. Wando e seu braço direito, Luis Felipe Alves de Azevedo, seguem foragidos, supostamente escondidos no Parque União, no Complexo da Maré.

As autoridades destacam que o caso expõe a infiltração do tráfico em estruturas públicas e reforçam o compromisso com a apuração rigorosa dos fatos. A Prefeitura de Petrópolis exonerou o assessor e se colocou à disposição para colaborar com as investigações. A Polícia Militar também anunciou processo disciplinar contra o sargento e reafirmou que não tolera desvios de conduta.

Com informações do G1.

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