O prefeito de Salvador, Bruno Reis, defendeu a venda de uma área verde entre o Cristo da Barra e o Clube Espanhol, argumentando que o terreno, arrematado por R$ 16 milhões após sua desafetação, não gerava receita e não tinha utilidade prática para a cidade. Ele afirmou que a transação trará benefícios financeiros, com arrecadação de impostos, como o ITIV e IPTU, além de gerar até R$ 50 milhões para serem usados em projetos sociais, como escolas e restaurantes populares.

Foto: Leandro Aragão/ bahia.ba
Contudo, a decisão gerou críticas da oposição. A vereadora Marta Rodrigues (PT) acusou Bruno de agir sem debate público, enquanto a vereadora Aladilce Souza (PCdoB) alegou que o prefeito está priorizando os interesses da especulação imobiliária, afetando a paisagem da cidade e o ambiente urbano com novos empreendimentos, como espigões. A oposição vê a venda como uma ameaça à preservação ambiental e ao patrimônio da cidade, enquanto o prefeito defende a necessidade de desenvolvimento e crescimento urbano.
Com informações do Bahia.Ba.