Flaviane Dias Cumerlato, empresária de 33 anos, passou por um acidente traumático enquanto se divertia com sua família em uma casa alugada em Capão da Canoa, no início de fevereiro de 2025. Durante um momento de lazer na piscina, seu cabelo foi sugado pela bomba da piscina, o que causou uma violenta fratura na cervical, afetando as vértebras C5, C6 e C7. O acidente colocou sua vida em risco e resultou em um quadro de fraturas graves perto da medula espinhal.

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Após ficar presa na bomba, Flaviane conseguiu gritar por socorro, e seu marido a resgatou com grande esforço, o que pode ter evitado danos ainda mais graves. Ela foi levada a um hospital em Capão da Canoa e, após exames, os médicos alertaram sobre o risco de paralisia, com a fratura tão próxima à medula espinhal. Flaviane foi transferida para Porto Alegre para passar por uma cirurgia de emergência, que aconteceu após algumas complicações relacionadas ao plano de saúde.
Agora, em recuperação, Flaviane enfrenta limitações nos movimentos do pescoço e nas sensações nos dedos, mas ainda tem esperanças de recuperar parte da mobilidade com fisioterapia. A empresária também busca justiça contra a proprietária da casa onde o acidente ocorreu, alegando negligência na segurança da piscina. De acordo com a Lei nº 14.327/2022, dispositivos de segurança, como telas de proteção para evitar a sucção de cabelos, são obrigatórios em todas as piscinas, mas parece que esse tipo de proteção não estava presente no local.
Além das consequências físicas e emocionais do acidente, Flaviane enfrentou perdas financeiras, incluindo custos hospitalares não cobertos pelo plano de saúde e o cancelamento de uma viagem para os Estados Unidos. Ela continua a luta pela recuperação total, embora saiba que nunca poderá voltar a ter a plena funcionalidade que tinha antes.
Com informações do G1.