O Brasil contabiliza 55 casos confirmados de Mpox em 2026, de acordo com dados do Centro Nacional de Inteligência Epidemiológica e Vigilância Genômica (CNE-VIG), vinculado ao Ministério da Saúde. O número representa uma redução expressiva em comparação a 2025, quando mais de mil ocorrências foram registradas no país.
A Mpox é provocada pelo vírus MPXV, conhecido popularmente como varíola dos macacos. A transmissão ocorre principalmente por meio do contato direto com lesões de pele, fluidos corporais ou objetos contaminados. Segundo o Ministério da Saúde, a maior parte dos pacientes apresenta sintomas leves ou moderados, sem evolução para quadros graves.

Entre os sinais mais frequentes estão febre, calafrios, dores musculares, inchaço dos gânglios e erupções cutâneas, que costumam persistir por duas a quatro semanas. As autoridades de saúde orientam a adoção de medidas preventivas, como evitar contato com lesões, não compartilhar objetos de uso pessoal e manter a higienização adequada das mãos.
Situação na Bahia
Na Bahia, sete casos suspeitos foram notificados em 2026. Após análise laboratorial, apenas um foi confirmado. Os demais foram descartados. O paciente confirmado foi atendido em Salvador, mas há indícios de que a infecção tenha ocorrido em São Paulo.
Até o momento, não há registro de mortes relacionadas à Mpox no estado, conforme informações da Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (Sesab), da Superintendência de Vigilância e Proteção da Saúde (Suvisa) e do Laboratório Central de Saúde Pública da Bahia (Lacen-BA).
Apesar da redução nos números em relação ao ano passado, as autoridades destacam que o monitoramento permanente e a identificação precoce dos casos seguem como estratégias essenciais para conter a circulação do vírus e prevenir novos registros da doença.