Homem é preso após manter ex-companheira refém durante audiência online no DF

Um homem de 40 anos foi preso na tarde desta terça-feira (1º) após sequestrar e manter sua ex-companheira refém durante uma audiência online do Juizado de Violência Doméstica no Recanto das Emas, Distrito Federal. A vítima, de 44 anos, já possuía uma medida protetiva contra o suspeito e recebia apoio do Policiamento de Prevenção Orientada à Violência Doméstica (Provid).

Foto: Divulgação.

Sequestro durante audiência

A audiência, que tinha como objetivo discutir a relação entre a vítima e o suspeito, revelou a situação de sequestro quando a mulher, dentro de um carro, virou a câmera do celular para mostrar que estava acompanhada pelo homem. Apesar de afirmar que estava bem, ela balançou a cabeça negativamente, alertando os participantes da sessão.

O homem, que tentava se esconder da câmera, interveio na conversa, demonstrando comportamento agressivo. A sessão foi encerrada antes do previsto, e um mandado de prisão foi emitido. A Polícia Militar localizou o veículo na DF-457, sentido Samambaia, e realizou a abordagem.

Relato da vítima

A vítima relatou que foi sequestrada na noite de segunda-feira (31), em frente a um supermercado no Recanto das Emas, e levada à força para um hotel em Valparaíso, Goiás. Na manhã seguinte, o homem a obrigou a entrar no carro e circulou pelo Distrito Federal. Segundo a mulher, o ex-companheiro estava em surto.

Antecedentes e prisão

O suspeito, que já possuía antecedentes criminais relacionados à violência doméstica, foi encaminhado à delegacia de Taguatinga. O caso reforça a importância de medidas protetivas e do suporte às vítimas de violência doméstica.

Onde denunciar casos de violência contra a mulher

  • Ligue para o número 180 (gratuito).
  • Utilize o site da Ouvidoria Nacional dos Direitos Humanos.
  • Baixe o aplicativo Direitos Humanos Brasil.
  • Em emergências, acione o número 190 da Polícia Militar.
  • Registre a ocorrência em uma Delegacia Especial de Atendimento à Mulher (Deam).
  • Busque suporte psicológico e jurídico nos Centros de Referência da Mulher.

Com informações do G1.

FONTES / CRÉDITOS:

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