O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a chamar atenção nesta quinta-feira (22) durante o Fórum Econômico Mundial em Davos, na Suíça, ao aparecer com uma mancha roxa visível na mão. O hematoma foi notado enquanto ele participava da reunião de seu recém-criado “Conselho de Paz”.

Foto: FABRICE COFFRINI.
As marcas na pele do republicano vêm sendo observadas desde julho de 2025 e têm alimentado especulações sobre possíveis problemas de saúde ou tratamentos médicos em curso. Em entrevista ao Wall Street Journal, publicada em 1º de janeiro, Trump afirmou que sua saúde é “perfeita” e atribuiu as manchas ao uso de aspirina em doses superiores às recomendadas. Segundo ele, o objetivo seria evitar que o sangue se tornasse espesso, mas especialistas alertam que o uso indiscriminado do medicamento pode provocar efeitos colaterais graves, como sangramentos internos.
Trump também declarou que utiliza maquiagem e bandagens para disfarçar os hematomas e relatou ter sofrido um corte na mão após ser atingido acidentalmente por um anel da procuradora-geral Pam Bondi.
Apesar das explicações, a saúde do presidente tem sido alvo de atenção crescente. Observadores destacam não apenas os hematomas persistentes, mas também sinais como tornozelos inchados e dificuldade em manter os olhos abertos em eventos públicos. A situação contrasta com a imagem de vigor que Trump busca projetar, em oposição ao seu antecessor, Joe Biden.
A aparição em Davos reforça a curiosidade internacional sobre o estado físico do presidente, em um momento em que ele tenta consolidar sua liderança política em meio a tensões diplomáticas e econômicas.
Com informações do G1.