Guarda municipal é preso suspeito de matar esposa após discussão em casa

Versão de suicídio foi contestada pela filha

O guarda civil municipal Luiz Artur Lemos Gomes, de 34 anos, suspeito de matar a própria esposa dentro da casa da família em Uberaba, Minas Gerais, teve a prisão preventiva decretada pela Justiça. Inicialmente, o homem afirmou que a vítima, Taciana Ferreira Rodrigues, de 36 anos, teria tentado tirar a própria vida, versão que foi contestada após o relato da filha do casal, que presenciou o crime.

Foto: Reprodução

Segundo informações do g1, a discussão teria começado depois que o suspeito se irritou ao ver a esposa pintando as unhas dentro da residência. O desentendimento evoluiu para agressões físicas. De acordo com o relato da criança à avó, Luiz Artur passou a atacar Taciana enquanto ela estava na sala da casa e, em seguida, teria a enforcado enquanto ela estava sentada no sofá.

Ainda conforme o relato, o homem foi até um quarto da residência, pegou uma arma de fogo e retornou ao cômodo, onde efetuou um disparo na cabeça da vítima.

Após o crime, o suspeito colocou a esposa no carro e a levou para um hospital da cidade, alegando que ela havia atentado contra a própria vida. A versão começou a ser questionada após a filha do casal enviar uma mensagem à avó, pelo WhatsApp, afirmando que o pai havia atirado na mãe.

Ao chegar à residência, a avó encontrou a neta sozinha e em estado de desespero. “Ela presenciou tudo o que aconteceu e ligou para a avó pedindo socorro, dizendo que o pai tinha dado um tiro no rosto da mãe”, afirmou Ronaldo Rodrigues, pai da vítima, em entrevista à Band.

De acordo com familiares, o suspeito ainda teria orientado a menina a não contar o que havia visto e chegou a ameaçá-la de agressão caso revelasse a verdade.

O guarda municipal foi preso em flagrante ainda no hospital. Durante a abordagem, policiais militares apreenderam duas armas de fogo, munições, carregadores e um soco inglês que estavam com o suspeito.

Após passar por audiência de custódia, a Justiça determinou a conversão da prisão em flagrante em prisão preventiva. Em nota, a Secretaria de Segurança Pública de Uberaba informou que o agente havia passado por avaliação psicológica obrigatória para o uso de armamento, realizada com acompanhamento da Polícia Federal.

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