Luciano Huck voltou a movimentar o cenário político e televisivo ao afirmar, em entrevista à revista Cidade Jardim, que a Presidência da República “não é um sonho, é uma construção”. A declaração reacendeu rumores sobre uma eventual candidatura em 2026 e, com isso, abriu espaço para especulações sobre quem poderia assumir o comando do Domingão, principal programa de auditório da Globo.

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Contratado pela emissora desde 2000 e atualmente o apresentador mais bem pago da televisão brasileira, Huck teria de deixar o posto caso decida disputar a eleição. A Globo, por sua vez, já observa discretamente nomes capazes de manter a audiência e o prestígio das tardes de domingo.
Entre os cotados, Eliana desponta como candidata natural. A apresentadora estreia em 2026 no dominical Em Família e sua transição bem-sucedida para a Globo, somada ao estilo popular e ao alcance nacional, fortalecem sua posição.
Outro nome em evidência é o de Rodrigo Faro, recém-chegado à emissora. Com perfil descontraído e forte apelo comercial, Faro conta inclusive com o apoio do próprio Huck e já é bem avaliado por anunciantes.
O sucesso de Tadeu Schmidt à frente do Big Brother Brasil também o coloca na lista. Embora tenha pouca experiência em programas de auditório, sua versatilidade e credibilidade no entretenimento são vistas como trunfos.
Já Marcos Mion, apesar de enfrentar rejeição recente nas redes sociais, continua sendo considerado uma opção. Internamente, há quem avalie que seu estilo se encaixaria melhor no BBB do que no Domingão, mas seu nome segue no radar da emissora.
Com a possibilidade de Huck se lançar como alternativa política em meio à polarização entre bolsonarismo e lulismo, a Globo se vê diante de uma decisão estratégica. O futuro do Domingão, um dos pilares da programação dominical, dependerá não apenas da escolha de um sucessor, mas da capacidade de manter a relevância de um espaço que há décadas dita o ritmo da televisão brasileira.
Com informações do Correio da Bahia.