Cuba denuncia seis tripulantes de embarcação dos EUA por terrorismo após interceptação em águas territoriais

Seis integrantes de uma embarcação procedente dos Estados Unidos, interceptada em águas territoriais cubanas, foram formalmente denunciados por terrorismo, informou nesta terça-feira (3) o Ministério Público de Cuba. O grupo integrava um total de dez pessoas armadas abordadas em 25 de fevereiro, sob suspeita de tentativa de entrada irregular no país.

Foto: Governo de Cuba

De acordo com autoridades de Havana, quatro ocupantes morreram e seis ficaram feridos durante a ação. A lancha, registrada nos Estados Unidos, transportava armamentos de diferentes calibres e cerca de 13 mil munições. O governo cubano afirma que o confronto teve início quando uma fragata da guarda costeira se aproximou para solicitar identificação e os tripulantes teriam reagido com disparos.

O presidente de Cuba, Miguel Díaz-Canel, declarou que o país não promove ataques, mas reagirá com firmeza a qualquer ação considerada terrorista ou mercenária contra sua soberania. Segundo ele, o episódio configura uma tentativa frustrada de infiltração armada com objetivos terroristas.

Nos Estados Unidos, o secretário de Estado, Marco Rubio, afirmou que Washington realizará sua própria apuração e ressaltou que o caso não envolveu operação oficial americana nem integrantes do governo. Já a Rússia, aliada de Havana, classificou o episódio como uma provocação deliberada dos EUA.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, tem intensificado a pressão sobre a ilha, inclusive com medidas que restringem o envio de petróleo, aprofundando a crise energética enfrentada por Cuba.

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