O acidente com um jato da Delta Air Lines, que pegou fogo e virou de cabeça para baixo após aterrissar em Toronto, chamou a atenção mundial nesta semana. Apesar da gravidade do incidente, todos os 80 ocupantes sobreviveram, com apenas 21 feridos leves e uma pessoa hospitalizada.

Foto: Transportation Safety Board of Canada via AP
Especialistas afirmam que essa sobrevivência não foi uma coincidência, mas sim resultado de avanços na engenharia aeronáutica e de um plano de evacuação eficiente.
Fatores que garantiram a sobrevivência
Design da aeronave: As asas são projetadas para se soltar em caso de impacto, reduzindo o risco de explosão. Além disso, a cauda pode se desprender, permitindo que o avião permaneça plano no solo, facilitando a saída dos passageiros.
Assentos e cintos de segurança: As poltronas são feitas para suportar impactos de até 16 vezes a força da gravidade, enquanto os cintos mantêm os passageiros seguros, mesmo quando o avião vira de cabeça para baixo.
Treinamento da tripulação: Os comissários agiram com calma e rapidez, evacuando os passageiros antes da chegada das equipes de resgate. O CEO da Delta chamou a operação de “testemunho da segurança incorporada nos sistemas”.
Causas em investigação
O acidente ocorreu durante a aterrissagem do voo 4819, vindo de Minneapolis. Imagens mostram o avião batendo forte na pista, pegando fogo e virando. Investigadores ainda não determinaram a causa exata, mas levantam hipóteses como condições climáticas, erro humano ou falha mecânica.
A Delta ofereceu US$ 30.000 a cada passageiro como forma de compensação imediata, sem afetar possíveis reivindicações legais. Algumas vítimas já contrataram advogados para buscar indenizações.
Apesar do susto, especialistas reforçam que a aviação continua sendo o meio de transporte mais seguro do mundo, graças a constantes melhorias nos protocolos de segurança.
Com informações do G1.