Bolsonaro passa mal novamente e sofre queda na cela da PF em Brasília

O ex-presidente Jair Bolsonaro, de 70 anos, voltou a apresentar problemas de saúde na madrugada desta terça-feira (6), quando sofreu uma queda dentro da cela em que cumpre pena na Superintendência da Polícia Federal, em Brasília. A informação foi divulgada inicialmente pela ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro em redes sociais e confirmada pelo médico responsável, Claudio Birolini.

Foto: REUTERS.

Segundo Michelle, Bolsonaro caiu durante a madrugada e bateu a cabeça em um móvel. “Meu amor não está bem. Durante a madrugada, enquanto dormia, teve uma crise, caiu e bateu a cabeça no móvel”, escreveu.

O médico informou que o ex-presidente sofreu um traumatismo cranioencefálico leve. Esse tipo de lesão, em geral, permite recuperação do estado mental em até 24 horas, mas exige acompanhamento constante. De acordo com apuração da TV Globo, Bolsonaro não pediu ajuda imediata aos agentes da PF. No dia seguinte, um policial percebeu o corte no rosto e acionou atendimento médico.

O episódio ocorre apenas seis dias após Bolsonaro receber alta hospitalar. Ele havia passado nove dias internado para tratar uma hérnia inguinal bilateral e um quadro persistente de soluços. Durante o período de internação, foram realizados diversos procedimentos: cirurgia de hérnia no dia 25 de dezembro, bloqueios do nervo frênico nos dias 27 e 29, uma cirurgia de reforço no dia 30 e uma endoscopia no dia 31, que constatou esofagite e gastrite.

No mesmo dia da endoscopia, a defesa de Bolsonaro pediu ao Supremo Tribunal Federal que ele cumprisse a pena em prisão domiciliar, mas o pedido foi negado pelo ministro Alexandre de Moraes.

Bolsonaro retornou à sede da PF em 1º de janeiro, onde cumpre pena de 27 anos e três meses de prisão por tramar um golpe de Estado. Após a nova queda, permanece sob observação médica dentro da unidade.

A sequência de complicações médicas reacende preocupações sobre as condições físicas do ex-presidente, que desde o atentado sofrido em 2018 enfrenta episódios recorrentes de internações e procedimentos clínicos. O caso reforça a necessidade de acompanhamento constante durante o cumprimento da pena.O ex-presidente Jair Bolsonaro, de 70 anos, voltou a apresentar problemas de saúde na madrugada desta terça-feira (6), quando sofreu uma queda dentro da cela em que cumpre pena na Superintendência da Polícia Federal, em Brasília. A informação foi divulgada inicialmente pela ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro em redes sociais e confirmada pelo médico responsável, Claudio Birolini.

Segundo Michelle, Bolsonaro caiu durante a madrugada e bateu a cabeça em um móvel. “Meu amor não está bem. Durante a madrugada, enquanto dormia, teve uma crise, caiu e bateu a cabeça no móvel”, escreveu.

O médico informou que o ex-presidente sofreu um traumatismo cranioencefálico leve. Esse tipo de lesão, em geral, permite recuperação do estado mental em até 24 horas, mas exige acompanhamento constante. De acordo com apuração da TV Globo, Bolsonaro não pediu ajuda imediata aos agentes da PF. No dia seguinte, um policial percebeu o corte no rosto e acionou atendimento médico.

O episódio ocorre apenas seis dias após Bolsonaro receber alta hospitalar. Ele havia passado nove dias internado para tratar uma hérnia inguinal bilateral e um quadro persistente de soluços. Durante o período de internação, foram realizados diversos procedimentos: cirurgia de hérnia no dia 25 de dezembro, bloqueios do nervo frênico nos dias 27 e 29, uma cirurgia de reforço no dia 30 e uma endoscopia no dia 31, que constatou esofagite e gastrite.

No mesmo dia da endoscopia, a defesa de Bolsonaro pediu ao Supremo Tribunal Federal que ele cumprisse a pena em prisão domiciliar, mas o pedido foi negado pelo ministro Alexandre de Moraes.

Bolsonaro retornou à sede da PF em 1º de janeiro, onde cumpre pena de 27 anos e três meses de prisão por tramar um golpe de Estado. Após a nova queda, permanece sob observação médica dentro da unidade.

A sequência de complicações médicas reacende preocupações sobre as condições físicas do ex-presidente, que desde o atentado sofrido em 2018 enfrenta episódios recorrentes de internações e procedimentos clínicos. O caso reforça a necessidade de acompanhamento constante durante o cumprimento da pena.

Com informações do G1.

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