Afastamento de Eduardo Bolsonaro: como funciona e quem assume a vaga

O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) anunciou que pretende se licenciar do cargo para morar nos Estados Unidos. O afastamento ainda não foi formalizado, mas, se confirmado, será sem remuneração e por, no máximo, 120 dias, conforme previsto pelo Regimento Interno da Câmara dos Deputados.

Foto: Adriano Machado/Reuters

Deputados podem se afastar por motivos como tratamento de saúde, missão diplomática ou interesse particular. A licença precisa ser aprovada pelo presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), e lida em plenário.

Se Eduardo Bolsonaro ficar afastado por mais de 120 dias, um suplente assume. O primeiro da lista, Adilson Barroso, já ocupa uma cadeira, então a vaga pode ficar com Missionário José Olímpio, segundo suplente do PL-SP.

Desde fevereiro de 2025, deputados federais recebem um salário bruto de R$ 46.366,19. No caso de afastamento sem remuneração, Eduardo Bolsonaro não receberá esse valor durante a licença.

Nos EUA, ele poderia ficar por até seis meses com visto de turista. Há especulações de que ele possa pedir asilo político ao ex-presidente Donald Trump, o que permitiria uma estadia mais longa no país.

Com informações do G1.

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