“Lula está pagando uma conta do antecessor”, diz Jerônimo sobre reprovação do governo federal

Governador da Bahia comenta pesquisa que mostra avaliação negativa do presidente Lula e aponta reflexos do governo anterior e questões de saúde.

Foto: Carolina Papa/Bahia.ba.

O governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT), afirmou nesta segunda-feira (27) que a reprovação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), apontada pela pesquisa Quaest encomendada pela Genial Investimentos, reflete os problemas herdados do governo de Jair Bolsonaro (PL). Segundo Jerônimo, o presidente enfrenta dificuldades devido às “mazelas deixadas pelo governo passado”.

Saúde de Lula impactou sua presença pública

Jerônimo também destacou que a saúde de Lula pode ter contribuído para a queda em sua avaliação. Após sofrer uma queda no banheiro em outubro de 2024, o presidente precisou passar por uma cirurgia em dezembro para drenar um hematoma na cabeça. Esse episódio resultou em uma redução significativa na agenda de viagens e entrevistas.

“A saúde do presidente deixou ele sem fazer viagens, sem dar entrevistas, e isso baixou a imagem dele. A gente ouviu que ele deve retomar as viagens a partir de fevereiro”, explicou o governador.

Contexto político e econômico

O governador apontou que a disputa pelas eleições no Congresso e o impacto da posse de Donald Trump nos Estados Unidos também podem influenciar a avaliação do governo federal. Segundo ele, a economia, tradicionalmente mais lenta no início do ano, deve ganhar ritmo após o Carnaval.

“Depois do Carnaval, a economia retoma a animação. Lula terá que chamar os estados para conversar e entender os impactos dessas eleições”, disse Jerônimo, que também destacou a recomposição de investimentos em ministérios como uma iniciativa importante da gestão federal.

Nem sempre investimentos resultam em aprovação

Jerônimo observou que, embora o governo Lula esteja retomando investimentos em áreas abandonadas na gestão anterior, isso nem sempre se traduz em votos ou avaliações positivas. “Estamos recompondo investimentos em ministérios que não existiam, mas a política tem exigências e nem sempre os investimentos trazem o reconhecimento imediato”, concluiu.

Com informações do iBahia.

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