Despedida comovente à PRF aposentada atropelada na Pituba

Uma vida marcada por dedicação e generosidade

Marta Maria dos Santos, policial rodoviária federal aposentada e corredora de rua, faleceu aos 60 anos na última quinta-feira, 16 de outubro de 2025, dez dias após ser atropelada por um carro na Avenida Paulo VI, no bairro da Pituba, em Salvador. A notícia abalou familiares, amigos e colegas de profissão, que publicaram uma nota de despedida destacando sua trajetória de afeto, solidariedade e vitalidade.

Foto: Divulgação.

Descrita como uma mulher extraordinária, Marta era conhecida por acolher todos com carinho e atenção. “Para ela, quem chegava de fora era tratado como parte da família, sempre acolhido com um sorriso e um abraço caloroso”, escreveu a família.

Sonhos interrompidos e legado inspirador

Mesmo aposentada, Marta mantinha uma rotina ativa e sonhava participar da tradicional Corrida de São Silvestre, em São Paulo. Ela também se envolvia em projetos sociais e buscava constantemente novas conquistas pessoais. “Seus sonhos, infelizmente interrompidos, nos deixam uma saudade imensa, mas também nos lembram da intensidade com que ela viveu cada instante”, diz o comunicado.

A cerimônia de despedida será realizada em Salvador, de forma íntima e reservada, apenas para familiares, amigos próximos e colegas de trabalho. Os detalhes sobre o velório não foram divulgados.

Repercussão e apelo por segurança

A Federação Bahiana de Atletismo (FBA) também se manifestou sobre a morte de Marta, lamentando o ocorrido e cobrando medidas de segurança para atletas e praticantes de atividades físicas. “É inaceitável que a prática do esporte, símbolo de saúde e superação, continue sendo marcada por riscos tão graves”, declarou a entidade.

Uma memória que permanece viva

Marta deixa irmãos, amigos e uma história marcada pela fé, pela solidariedade e pelo compromisso com o próximo. Sua família reforça que sua memória continuará presente em cada gesto de bondade, em cada sorriso compartilhado e em cada vida que ela tocou. A perda de Marta representa não apenas o fim de uma trajetória pessoal, mas também um alerta sobre a necessidade de mais segurança para quem ocupa os espaços urbanos com propósito e paixão.

Com informações do Correio da Bahia.

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