Após mais de dois anos em cativeiro, irmãos gêmeos sequestrados pelo Hamas se reencontram em Israel

Em um dos momentos mais emocionantes desde o início do conflito entre Israel e Hamas, os irmãos gêmeos Gali e Ziv Berman, de dupla nacionalidade israelense e alemã, foram libertados após mais de 700 dias como reféns na Faixa de Gaza. O reencontro aconteceu na segunda-feira, 13 de outubro de 2025, como parte do acordo de paz firmado entre Israel e o grupo palestino, com mediação internacional.

Foto: Reuters.

Os dois foram sequestrados durante o ataque de 7 de outubro de 2023, quando militantes do Hamas invadiram cidades israelenses, mataram mais de 1.200 pessoas e fizeram 251 reféns. Desde então, Gali e Ziv foram mantidos em locais separados, sem contato entre si, até a libertação que os reuniu em solo israelense.

A libertação dos irmãos faz parte de um grupo de 20 reféns vivos entregues pelo Hamas. Outros 28 reféns mortos ainda aguardam devolução de seus corpos, dos quais apenas quatro foram entregues até agora. O grupo terrorista alegou não saber o paradeiro dos demais restos mortais, o que gerou comoção e pressão internacional.

O chanceler alemão Friedrich Merz classificou o reencontro como “o início da cura” e um passo importante rumo à paz no Oriente Médio. Em publicação nas redes sociais, Merz destacou o fim de um ciclo de dor e esperança para as famílias envolvidas. O presidente alemão Frank-Walter Steinmeier também se manifestou, dizendo que escreveu pessoalmente aos reféns libertados, expressando solidariedade e esperança de recuperação emocional.

A cerimônia de assinatura do acordo de paz ocorreu no resort egípcio de Sharm el-Sheikh, com presença de líderes mundiais como Donald Trump, Emmanuel Macron, Keir Starmer, António Guterres e outros chefes de Estado. O plano prevê reconstrução da Faixa de Gaza e apoio internacional, com a Alemanha se comprometendo a participar ativamente da implementação.

A libertação dos irmãos Berman representa não apenas um alívio para suas famílias, mas também um símbolo de que, mesmo em meio à dor e à destruição, há espaço para reconciliação e reconstrução.

Com informações do G1.

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