Funcionários da Gucci ameaçam greve por atraso em bônus prometido pela Kering

Cerca de mil funcionários sindicalizados da grife italiana Gucci ameaçam iniciar uma greve em protesto contra o não pagamento de um bônus prometido para o período entre 2022 e 2024. O benefício, anunciado pela Kering — conglomerado francês que controla marcas como Saint Laurent, Balenciaga e Bottega Veneta — ainda não foi repassado aos trabalhadores, mais de um ano após o prazo inicial.

Foto: Shutterstock.

A mobilização envolve principalmente os setores de varejo e logística da Gucci na Itália, representados por diferentes sindicatos. As entidades alegam que a Kering descumpriu acordos previamente firmados e exigem o pagamento do chamado bônus de bem-estar social, um incentivo que complementa os benefícios oferecidos aos funcionários.

Impasse trabalhista

O bônus, segundo os sindicatos, foi acordado como forma de reconhecimento pelo desempenho dos trabalhadores e deveria ter sido pago ao longo do triênio. A ausência do repasse tem gerado insatisfação entre os colaboradores, que agora ameaçam paralisar as atividades caso não haja uma solução imediata.

A Kering ainda não se pronunciou oficialmente sobre o impasse. A possível greve pode afetar diretamente o funcionamento de lojas e centros logísticos da Gucci, em um momento de recuperação do setor de luxo após os impactos da pandemia e da desaceleração econômica global.

Com informações do Correio da Bahia.

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