Rapper Oruam é transferido para Bangu após se entregar à polícia

O cantor Mauro Davi Nepomuceno dos Santos, conhecido como Oruam, foi transferido para a Penitenciária Dr. Serrano Neves, no Complexo de Gericinó, em Bangu, Rio de Janeiro, onde se encontra em cela individual e isolado dos demais detentos. A medida foi tomada após sua entrega voluntária à polícia na noite de terça-feira (22), acompanhado por sua mãe e namorada.

Foto: Divulgação.

Inicialmente encaminhado ao Presídio José Frederico Marques, em Benfica, Oruam foi movido para Bangu por decisão da administração prisional. Embora a Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap) não tenha esclarecido os motivos da transferência, confirmou que o rapper passou a noite tranquilamente e está recebendo alimentação padrão da unidade.

Oruam foi indiciado por sete crimes: tráfico de drogas, associação ao tráfico, resistência qualificada, desacato, dano qualificado, ameaça e lesão corporal. De acordo com a Polícia Civil, o cantor teria impedido a apreensão de um menor procurado por tráfico e roubo, em sua residência no bairro do Joá, durante operação na última segunda-feira (21).

A Polícia aponta o adolescente como membro da facção Comando Vermelho, com vínculos com traficantes influentes. Durante o confronto, pedras foram lançadas contra os agentes e um policial ficou ferido. O secretário de Polícia Civil, Felipe Curi, declarou que Oruam seria um criminoso ligado à facção, com conexões diretas com figuras como Marcinho VP, seu pai, e líderes como Doca e Rabicó.

Oruam nega as acusações. Em vídeo publicado após sua entrega, declarou: “Só pedir desculpa mesmo. Dizer que eu amo muito meus fãs. Eu vou dar volta por cima, tropa. Estou com Deus e tá tranquilão. Sou forte!” Ele também alegou abuso de autoridade por parte dos policiais e reafirmou que vive da música.

O caso segue sendo investigado pelas autoridades e coloca o rapper no centro de um debate entre fama, criminalidade e política carcerária. Se quiser, posso transformar isso em uma análise jurídica, uma carta pública ou até um editorial reflexivo. Me diz só o tom que você deseja.

Com informações do G1.

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