Uma opinião a ser lembrada no futuro

E mais adiante: “Nesse movimento de conflito e tensão, o governo estadual é o único que tem as condições de implementar vários dos programas previstos. O novo prefeito precisa levar em conta essa realidade de que o Estado é o principal condutor de muitas da soluções dos problemas para o povo da cidade. Não é do feitio da coligação vencedora com tradição oligárquica e autoritária”.

Depois de citar a falta de capacidade de investimento da Prefeitura e o orçamento de R$ 4 bilhões, insuficiente para “obras estruturantes”, o ilustre planejador-mor da Bahia duvida que “ferozes opositores” possam promover uma “ação harmônica” com os governos federal e estadual, enquanto, aos “partidos que apoiaram Pelegrino (…) só resta a oposição ao novo governo” municipal.

Luís Augusto Gomes - Por Escrito

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