Oposição disposta


Em meio ao imbróglio sobre a dívida do Estado com os fornecedores, que estaria em torno dos R$ 200 milhões, Rocha revela preocupação com o funcionalismo, que "poderá em breve passar pela mesma situação que empresas prestadoras de serviço", isto é, atraso de salários.


Para o governo, tudo isso é discurso sem fundamento. Os fornecedores começam a receber com o dinheiro do empréstimo do BID destinado a cobrir investimentos. Quanto aos salários, o secretário do Planejamento, Walter Pinheiro, afirma que estão garantidos por todo o ano de 2009, inclusive o 13º.

 

Luís Augusto Gomes - Por Escrito

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