A questão é saber que instituto está errado.


Duas conclusões preliminares se impõem. Primeiramente, temos de admitir que um dos dois institutos está errado, ou até o dois, mas não há como aferir isso agora, porque ninguém saberá nunca como os eleitores votaram no fim de julho em eleição que só ocorrerá em outubro.


Depois, vamos esperar que ambos continuem fazendo seus levantamentos até o dia do pleito, e mesmo torcer para que apresentem dados sempre tão discrepantes. Pelo menos poderemos, com a abertura das urnas, descartar um deles das nossas vidas.

Luís Augusto Gomes - Por Escrito

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