Entidade dispensa oferta de paliativo


Arlei se refere a famílias remanescentes de invasões e zonas de risco da cidade, a exemplo da área do antigo Clube Português, na Pituba, do Lobato e do Pelourinho. "Diante de tantos problemas, a vinda do governador a Valéria mais parece falta de agenda", atacou.


Na estimativa do militante social, o bairro tem hoje 100 mil habitantes, o que o faria um dos mais populosos da capital. "A gente quer para toda essa gente, que são nossos vizinhos, nossos amigos, coisas básicas, para mudar a vida, não queremos paliativo. Valéria é a sexta arrecadação de Salvador", completou.

Luís Augusto Gomes - Por Escrito

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