Todo mundo em pânico


Internamente, advogados de partidos aparentemente mais cautelosos, especialistas nas questões do Direito Eleitoral, sugerem a não-veiculação de peça alguma, publicitária ou não, até que se dê a largada nas eleições em julho próximo.


A única ainda recomendada seria o boletim impresso, não virtual, com informes referentes aos mandatos vigentes. "É para a segurança do próprio candidato", informou um dos advogados abordados.

Luís Augusto Gomes - Por Escrito

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