O poder da articulação


Ferraz era o preferido do então governador Paulo Souto, enquanto o falecido senador Antonio Carlos Magalhães queria Vespasiano Santos. Para compensar a eleição do soutista, ACM indicou Paulo Azi para a liderança da maioria, desagradando a outros pretendentes ao cargo.


Houve então uma espécie de divisão na bancada, com alguns deputados questionando a liderança de Azi, que colocou em ação sua capacidade de articulação. Negociou, quando necessário, apoios com a oposição, que tinha 23 deputados, e pacificou a base.

Luís Augusto Gomes - Por Escrito

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