Do dominó na política


Referia-se o nobre estivador a um princípio elementar do, digamos, esporte: pela configuração que as pedras, saídas das mãos das duas duplas, vão formando no tabuleiro é que as decisões são tomadas a cada rodada.


E isso com base num conceito sine qua non, para citar o presidente Lula: a parceria. Se um dos parceiros não ganhar, o outro poderá fazê-lo - e os dois chegarão juntos à vitória. Não interessam as pedras que tem cada um, mas a combinação que pode fazer com o "sócio".


Jogadores de dominó da política baiana - sim, substituamos o velho chavão dos enxadristas inexistentes em nossa realidade - vão colando as fichas "a migué", confiando nos seus trunfos e desprezando a cooperação.

Luís Augusto Gomes - Por Escrito

http://www.porescrito.com.br