"Quem tem um partido não precisa trabalhar"

Sua pretensão não é “ideologizar” a atividade, mas a criação de “condições objetivas no arcabouço para fortalecer a política”, o que incluiria a realização de todas as eleições no mesmo ano, ainda que em dias diferentes, para reduzir a pressão dos gastos.

Outro passo importante “contra anomalias” seria a fixação de “regras mais rígidas para a formação de partidos”, por julgar excessivo o número atual, de 32 legendas, havendo ainda outras 21 em fase de formação.

“Se o cidadão tiver um partido, não precisa mais trabalhar, basta negociar de dois em dois anos para viver tranquilo”, disse o parlamentar, defendendo expressamente o retorno da cláusula de barreira, que “todo país desenvolvido tem”.

Luís Augusto Gomes - Por Escrito

http://www.porescrito.com.br