Lúcio vê governo com a ''síndrome do pato''


Defensor da tese de que "política é consequência do trabalho", Lúcio entende que o governo deveria  "rever suas metas ou tomar qualquer outra providência para evitar uma situação como a que a imprensa mostra hoje: não cumpriu nem 25% do orçamento de 2009 e pior foi na segurança pública, onde só investiu 8,5% do previsto".


A preocupação de promover atos políticos e "dar a impressão" de que cuida da gestão demonstraria que o governador está com a "síndrome do pato, um animal que quer andar, nadar e voar, mas não consegue fazer bem nenhuma das três coisas".

Luís Augusto Gomes - Por Escrito

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