Salvador, 22 de abril de 2018

"Trator" condecorado

Data: 24/10/2013
11:21:00

A pluralidade é uma coisa linda: a mesma Assembleia Legislativa que outorga a Medalha 2 de Julho aos professores Cid Teixeira e Luís Henrique Dias Tavares concede-a também ao ex-governador de Minas Gerais Newton Cardoso.

 



Galo dá aula de democracia

Data: 24/10/2013
11:20:07

A coincidência foi das mais felizes: o presidente da Comissão da Verdade, deputado Marcelino Galo (PT), discursava sobre o depoimento feito pelo jornalista Sebastião Nery, deputado cassado pelo regime militar, quando foi anunciada a presença, nas Galerias, de estudantes da Escola Presidente Costa e Silva.

Marcelino Galo aproveitou para anunciar que proximamente a comissão lutará para mudar o nome da escola e de outros prédios e monumentos que homenageiam pessoas ligadas à repressão política no Brasil.

“Costa e Silva foi um ditador, ele não foi um presidente eleito, foi colocado como presidente da República pelas forças discricionárias que ocuparam este país e acabaram com a democracia, torturando e assassinando os adversários políticos”, explicou Galo aos jovens.



Problema é o modelo, não o candidato, diz líder

Data: 24/10/2013
00:10:10

“Estamos preparados para enfrentar qualquer candidato”, afirmou o líder da oposição, Elmar Nascimento (DEM), sobre as eleições para o governo do Estado em 2014.

A frase embute certa despreocupação com a profusão de nomes na base do governo ou com a possível escolha de um considerado mais forte que Rui Costa, a quem se atribui a preferência do governador.

“Não podemos compreender na política a ficção do médico e do monstro, em que o governo é bom, mas o candidato é ruim”, continuou o deputado, frisando que “ruim é o modelo, e é esse que nós vamos derrotar”.

Em outra alusão a possíveis manobras para deslocar o eixo da sucessão, Elmar recomenda: “Quem comeu oito anos, elogiou, agora está na hora de roer o osso. A alternância de poder é da democracia, mais cedo ou mais tarde acontece”.



Optar é preciso

Data: 24/10/2013
00:08:45

Uma encruzilhada apresenta-se ao prefeito de Lauro de Freitas, Márcio Paiva (PP), que terá de optar entre Cacá Leão e o vice-prefeito Bebel Carvalho para deputado estadual.

Registra-se recente telefonema a Márcio do deputado João Leão, seu padrinho político, que teria sido na base do “dê apoio a quem sempre te apoiou”.

O prefeito parece sonhar com uma carreira-solo, o que só deveria ocorrer num eventual segundo mandato. Agora, é precipitação que põe em risco a reeleição.



Confiança seria decisiva

Data: 24/10/2013
00:06:48

Pedetista de escol ainda faz fé na inclusão do deputado Marcelo Nilo na chapa majoritária, como vice-governador. No meio político, diz-se que a vaga é do deputado Mário Negromonte (PP), mas o marcelista contra-ataca:

“O governador vai decidir por Marcelo e o PP vai se calar, porque não tem para onde ir e tem muitos cargos no governo. E não adianta o partido ser maior, porque Wagner confia mesmo é em Marcelo, que nunca criou problema”.

A fonte pôs na conta do PP um endurecimento para indicar, em 2010, o suplente de senador de Walter Pinheiro, e não de Lídice da Mata, que se acreditava seria derrotada por César Borges. “Eles bateram o pé”, lembrou.



Pacientes de memória fraca

Data: 24/10/2013
00:05:09

O ex-deputado João Emílio nem de longe pensa em voltar à atividade política, embora preserve muitas das amizades que adquiriu ao longo de dois mandatos, de 1979 a 1987.

De passagem pela Assembleia Legislativa, ele, que também foi duas vezes vereador em Conceição do Coité, revela o motivo: “A pior coisa do mundo é pedir voto”.

E lembrou que, nestes 20 anos em que não mais se candidatou, nunca foi procurado por ninguém que para dizer que, como médico, lhe salvou a vida ou curou uma doença. “Só me aparece gente para dizer “ói, eu votei no senhor’, ‘eu votei no senhor’”.



Reserva técnica

Data: 24/10/2013
00:03:53

Sondado pelo então prefeito eleito ACM Neto para a Secretaria do Planejamento, o ex-deputado Luiz Carreira preferiu ficar na iniciativa privada, onde se encontra muito bem. Mas não é impossível que retorne antes do que se imagina à área pública, segundo captam pessoas que lhe são próximas.

Carreira gostou do projeto de Neto e tem acompanhado a fase inicial da gestão, à qual, se for o caso, poderá dar uma “contribuição técnica”. Filiado ao DEM, não lhe passa pela cabeça disputar um mandato nas próximas eleições, pois isso só seria razoável se estivesse na ativa.



BLAGUE NO BLOG - Mal-entendido

Data: 24/10/2013
00:02:32

No desolado sertão baiano, que o imaginário popular contempla como “terra de macho”, disputaram a Prefeitura de Pedro Alexandre em 2012 os candidatos Pedro Gomes (PSD), que era o prefeito, e Salorylton de Oliveira, o Salon (PP).

Em debate radiofônico, Salon referiu-se a uma passeata gay programada para a cidade e perguntou como o prefeito, “sendo heterossexual”, reagiria.

Sem grande liame com particularidades do idioma, Gomes bradou no ar: “Êpa! Me respeite que eu não sou viado, não!” Contido na sua sede de reparação, o prefeito não abriu mão, no entanto, de um processo, “porque ele vai ter que provar”.



Dúvidas de longo prazo no universo da política

Data: 22/10/2013
11:03:09

O povo não se interessa por eleições, a não ser em cima da hora, como o próprio governador Jaques Wagner nos ensina, mas no meio político – o que inclui a imprensa especializada – há pessoas capazes de pensar até com dez anos de antecedência.

Não cheguemos a tanto. Todos conhecemos no metiê as especulações sobre quem seria o candidato preferido do prefeito ACM Neto a governador em 2014, considerando a possibilidade plenamente factível de ele disputar o cargo em 2018.

Nesses raciocínios, há espaço até para acreditar que Neto deseja a vitória de um petista, especialmente Rui Costa, para na próxima eleição disputar contra um governo “desgastado” de 12 anos. Fiquemos, no entanto, nas opções de aliados que ele tem.

O ex-governador Paulo Souto é o pole-position consensual que não quer botar o carro no grid, e é respeitado justamente por recusar o convite, com a experiência de cinco campanhas majoritárias, o que lhe permite ver a cena muito de cima.

Não se sabe se venceria o pleito, pois, como ele mesmo reconhece, seus dois períodos de governo voltariam a julgamento num momento em que a sociedade busca o “novo”. Se vencesse, seria o melhor para Neto, pelo caráter e temperamento, além de ser do DEM.

Sem Souto, o que parece ser a realidade a se configurar, realça-se o nome do ex-ministro Geddel Vieira Lima, e é exatamente aí que surgem as dúvidas nos bastidores. Neto apoiaria Geddel, que, se eleito, seria seu grande adversário em 2018? Geddel respeitaria um possível acordo para não tentar a reeleição?

São dados elementares de uma complexa equação cuja resolução ficará a cargos dos dois líderes e depende, é claro, de outros fatores, inclusive de cunho nacional. É um problema que instiga o pensamento dos observadores, especialmente a partir do princípio de que em política ninguém cede nada a ninguém.



As famílias pré-64 continuam na pista

Data: 22/10/2013
11:00:25

Dito isso, passemos a uma nova abordagem, a uma visão mais histórica da política baiana. Muitas das facções hoje dispersas no cenário estadual têm uma origem comum como beneficiárias do golpe militar de 1964, reconhecido como um divisor de águas negativo na vida brasileira.

Reunidas naquele movimento na Bahia, grande lideranças, como Luís Viana Filho, Lomanto Junior, Juracy Magalhães e Antonio Carlos Magalhães, endossaram a revogação da democracia, a perseguição a opositores, o exílio de compatriotas e o freio nas conquistas sociais.

Mas ditadura é ditadura, é terreno propício à concepção e engorda das mais inimagináveis teratologias. Foi assim que ganhou corpo o domínio regional de ACM, empurrando para a oposição, cruel e gradativamente, aqueles que com ele comungavam integralmente em ideologia.

O tempo passou, o falecido senador ACM pontificou na política baiana muito além do regime militar, mas guardando-lhe pelo menos o método da arbitrariedade, e chegamos hoje a um quadro em que, de alguma forma, as mesmas correntes estão aí, não por obra do destino, mas dos antepassados mesmo, já que a hereditariedade é marca da política brasileira.



Um otimismo perdoável: a boa convivência na Bahia

Data: 22/10/2013
10:58:25

O prefeito ACM Neto, em oportunidades pretéritas, já demonstrou que tem “sangue nas veias”, mas possivelmente concluiu que os 40 anos de poder que tem pela frente são distintos do tempo em que floresceu a lavoura política da família. Tanto que – máxima heresia –, ainda que por oportunismo, buscou a convivência com o mais radical adversário, o PT.

Como quem pode o mais pode o menos, Neto estabeleceu sólidas relações com o PSDB e o PMDB, que abrigam, não por acaso, herdeiros da velha Bahia, como os deputados Jutahy Magalhães e Leur Lomanto Junior, e ainda remanescentes do chamado vianismo.

No caso peeemedebista, ressalte-se por indispensável: Geddel Vieira Lima é filho do ex-deputado Afrísio Vieira Lima, um antigo aliado de ACM, com quem, como os demais, teve de romper por incompatibilidade de gênios.

Nesse aspecto, desafiando as regras elementares da política, é lícito pensar com um pouco de otimismo. Por exemplo, que o prefeito tenha a compreensão adequada ao momento que se descortina em sua carreira, e que talvez seja melhor somar agora para colher mais adiante, porque a vida é longa e tem pra todo mundo.



Brust reforça Nilo e elogia governador

Data: 22/10/2013
10:56:07

O presidente regional do PDT, Alexandre Brust, disse a Por Escrito que a manutenção da candidatura do deputado Marcelo Nilo ao governo do Estado decorre de uma decisão, válida para todo o Brasil, segundo a qual o partido deveria lançar candidatos nos Estados onde não participasse da chapa majoritária.

No entendimento de Brust, a chapa ainda não está fechada, tanto que o governador Jaques Wagner continua a consulta aos partidos aliados, e nem mesmo o PT tem um nome definido. “Como discutir a composição se não sabemos qual dos quatro petistas será o escolhido?”

Brust entrou em contato com o blog para comentar nota postada sábado, sob o título “Iluminado”, na qual foram citadas a “democracia e tolerância” do governador com os discursos do pedetista a favor da candidatura própria, sendo ele presidente de uma empresa pública estadual.

“Vou lhe dizer mais”, afirmou Brust: “Além de democrata e tolerante, Wagner é republicano, e é por isso que somos aliados e fazemos parte de sua base. Mas isso não significa que tenhamos de nos curvar à vontade do coordenador do projeto”. Até segunda ordem, portanto, “Marcelo Nilo é candidato, dando oito entrevistas e visitando quatro cidades por dia”.



Margem de segurança

Data: 22/10/2013
10:54:26

Um rumor recorrente na Assembleia Legislativa é a possibilidade de o vice-governador Otto Alencar desistir de fazer parte da chapa majoritária, preferindo uma candidatura a deputado estadual.

Um sintoma é que, embora tenha negociado bases para candidatos do PSD, Otto deixou, segundo uma fonte, “uma reserva de 40 municípios”, entre os quais se incluem Ibirataia, Monte Santo, Jeremoabo e Nordestina, para a eventualidade de uma disputa.



Wagner não impõe, mas é o eixo, diz líder

Data: 22/10/2013
10:53:34

O líder do governo na Assembleia, Zé Neto, quer, “até o dia 15, acabar com essa conversa”, referindo-se à escolha do candidato do governo à sucessão, porque, “quanto mais cedo isso ocorrer, mais segurança haverá para o projeto”.

Embora afirmando que “o candidato é o que o governador decidir”, não entende isso como uma imposição: “Esse negócio de impor quem fazia era ACM, que dizia ‘eu quero este’ sem ouvir ninguém”.

Wagner, segundo ele, “tem demonstrado disposição para ouvir, compreensão do conjunto e não é imperativo em nenhum momento, porque o traço dele é o convencimento”.

Ainda no relato das qualidades do goverrnador, o líder disse que “ele é o timoneiro porque tem autoridade adquirida na vivência e tem duas vitórias no primeiro turno, mostrando que conhece as raízes do processo”.

Zé Neto destacou a necessidade de interlocução com os partidos da base do governo, porque “não é o jogo de um partido ou de outro, mas do conjunto de aliados”, e disse que “nome não é problema”, sendo importante nesta etapa “fortalecer o governador, que é o eixo disso tudo”.



Faltou a Lídice o exemplo do Ceará

Data: 21/10/2013
23:46:32

No meio político, foi interpretada como “inexplicavelmente ingênua” a pretensão da senadora Lídice da Mata (PSB), hoje descartada pelo governador Jaques Wagner, de, ao mesmo tempo, ser a candidata da “base” ao governo do Estado e apoiar Eduardo Campos contra a presidente Dilma Rousseff.

Se quisesse contar com a possibilidade de representar o “projeto” na Bahia, Lídice deveria dar a Wagner uma prova clara e rápida de sua posição, como fizeram no Ceará os irmãos Ciro e Cid Gomes, que desembarcaram do PSB com toda a tropa, aproveitando a chance da criação de um partido.

A indecisão de Lídice aborreceu o governador, que se julgava merecedor da tantas vezes reiterada consideração da senadora – "Nada me fará brigar com ele”, disse ela um dia. E, de rebarba, sobrou, na entrevista, para o PDT do deputado Marcelo Nilo, sutilmente comparado ao PCdoB, de certa forma uma linha auxiliar do PT.



Uma chance de futuro com Nilo

Data: 21/10/2013
23:44:52

A decisão do deputado Marcelo Nilo de manter a candidatura ao governo do Estado é mais uma grave ameaça à consistência da chapa governista e um elemento novo no processo sucessório, pois, diferentemente de Lídice, não é empurrado para essa posição por uma candidatura presidencial.

Nilo foi, em todo os anos do governo Wagner, nos quais vem presidindo a Assembiea Legislativa, aliado dos mais leais do governador, julgando-se merecedor de uma vaga na chapa majoritária. Preterido, intensificou sua campanha, e mesmo adversários políticos que tem no plenário garantem: “Coragem ele tem para levar até o fim”.

Analistas da cena política concentram-se agora nos movimentos nacionais do PDT. Acreditam que o presidente Carlos Lupi só ficará com Dilma se o quadro for claramente favorável à presidente. “Se Eduardo Campos tiver chance”, avalia um deputado, “o PDT pode fechar com o PSB, e aí Marcelo e Lídice se juntam”.



Diga-me com quem andas

Data: 21/10/2013
23:43:37

Se alguém ainda duvida de que o candidato de Wagner é o secretário Rui Costa, fonte deste blog sugere observar os deputados que primeiro manifestaram apoio a Rui, como Valmir Assunção, Josias Gomes e J. Carlos, todos, hoje, muito próximos do governador.

J. Carlos é um exemplo. No passado, sempre foi ligado ao deputado Nelson Pelegrino, mas em 2008, na escolha do candidato do PT a prefeito de Salvador, preferiu, a pedido de Wagner, apoiar Walter Pinheiro.



Deputado Wagner

Data: 21/10/2013
23:42:36

Na reunião com o PP, da série que vem tendo com os partidos aliados para definição da chapa, o governador Jaques Wagner ouviu do deputado João Leão a proposta de lançamento de Otto Alencar (PSD) para governador, um vice do PP e o próprio Wagner para o Senado.

Fórmula tentadora, pois seria uma composição difícil de ser batida, com a dupla atração de um mandato de oito anos para Wagner e um de “apenas” quatro para Otto. O governador descartou: “Numa circunstância dessas, prefiro deputado federal”.



Depende do padrinho

Data: 21/10/2013
23:40:39

Ao desconsiderar as pesquisas como critério para escolha de um candidato, por julgar que eleição só se decide com a campanha na televisão, o governador citou exemplos dos prefeitos de Fortaleza, Recife e São Paulo, além da presidente Dilma, que pontuavam mal no começo e terminamram eleitos.

O líder da oposição, Elmar Nascimento (DEM) fez uma ressalva: “Todos esses tinham o apoio de governantes populares, o que não é o caso na Bahia”.



Oposição espera jogada do adversário

Data: 21/10/2013
23:39:38

A oposição acompanha os passos do governo para tomar iniciativas no campo eleitoral. O líder Elmar Nascimento diz que sempre defendeu a indicação do candidato a governador para “depois do Carnaval”, mas que, se o governo realmente apresentar um nome até 15 de novembro, ele proporá que a escolha se dê “antes do Natal”.

O presidente estadual do DEM, Paulo Azi, acha que, num processo de afunilamento, o candidato pode ser definido este ano ou pelo menos haver uma redução das opções. “O governo vive falando em eleição, mas nada diz sobre programa, enquanto nós estamos construindo um projeto alternativo”.

Azi entende que a formalização de um nome deve ser a última etapa e criticou o excesso de pretendentes na área do governo. “Quando se fulaniza muito, empobrece-se o debate”.



Elegia para a Avenida Paralela

Data: 21/10/2013
23:37:46

Adeus, língua esplêndida sobre a mata
que deste a Salvador um norte.

Tua descendência é forte,
e por onde através de ti se ande
vê-se que a cidade expande
vida.

É gostoso ainda percorrer
quilômetros de gramados, pedras e lagoas
e ver pessoas
no sobrevoo das passarelas.

Dentro em breve virão as máquinas e a destruição,
e desabará tua majestade de suprema via urbana.

Não mais terás árvores que aceitem passarinhos
e os caminhos
desaparecerão.

Morte
até para a pista de esporte.

A paisagem de teu imenso canteiro,
se não houver atraso e corrupção,
dará lugar ao espanto do metrô,
arrebentando tudo, pisando as flores.



Candidatas de Dilma têm dificuldade no Sul

Data: 20/10/2013
11:24:47

Não têm alcançado grande sucesso os nomes que a presidente Dilma levou para o ministério pensando em torná-los candidaturas fortes do PT em seus Estados para ajudar na campanha da reeleição.

Ideli Salvatti insiste em disputar em Santa Catarina, mas nem é incluída nas pesquisas, lideradas pelo governador Raimundo Colombo (PSD), na faixa dos 35%. Na consulta espontânea, Ideli é lembrada por apenas 1% dos eleitores.

A situação é semelhante em São Paulo, onde o governador Geraldo Alckmin (PSDB) caminha para a reeleição, não se acreditando que o ministro Alexandre Padilha venha a repetir o “fenômeno” Fernando Haddad, eleito prefeito mais pelo desgaste de Serra que pelo “carisma” de Lula.

O sofrimento maior de Dilma, no entanto, é com a poderosa chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, esperança petista para o governo do Paraná. Os números – 39% a 25% – mostram o governador Beto Richa (PSDB) consolidado no segundo turno, o qual venceria em qualquer cenário.



Para onde migram os votos

Data: 20/10/2013
11:22:54

Entende-se no meio político que, levando-se em conta as três supostas candidaturas principais, o melhor cenário para a oposição seria um segundo turno entre a presidente Dilma Rousseff e o governador Eduardo Campos.

Assim, a maioria do eleitorado de Aécio Neves, que não votaria no PT de jeito nenhum, caminharia para Campos. Mas se Aécio for à final com Dilma, muito dos apoios de Campos, inclusive os marinistas, ficariam melhor com Dilma.

A especulação, embora bastante realista, não impede o dirigente petista Ivan Alex de comemorar o enfraquecimento de Aécio revelado nas últimas pesquisas. “O confronto com Eduardo pode nos dar a vitória no primeiro turno”.



Precedente

Data: 20/10/2013
11:21:39

Com o apoio do PSB à reeleição do governador Beto Richa (PSDB), o Paraná decreta duplo palanque presidencial no Estado. Richa apoiará tanto o correligionário Aécio Neves quanto o “socialista” Eduardo Campos.



Não resta dúvida

Data: 20/10/2013
11:20:37

O dado deixou estarrecido o deputado Adolfo Menezes (PSD): foram praticados em 2012 em Salvador 650 estupros. Ele foi pesquisar a veracidade e confirmou.



O tempo de oposição passou

Data: 20/10/2013
11:19:53

Deputados do PT empenham-se largamente na luta contra problemas criados exatamente pelo PT, que afinal está no poder no Brasil há mais de dez anos.

Valmir Assunção já chegou a acusar um “cenário desanimador” no processo de reforma agrária, Zé Neto desanca, e não é de agora, a concessionária Via Bahia pela situação da BR-324.

Joseildo Ramos se debate contra a ameaça de desativação de ramais ferroviários no Estado, enquanto Luiza Maia e Bira Corôa organizam protestos contra aumento de pedágio.

É importante que esses e outros parlamentares petistas se manifestem quando virem que o interesse público está sendo atingido, mas não podem esquecer que a culpa é dos governos deles mesmos, e que só reclamar não adianta nem os exime.



Assembleia festeja Constituição

Data: 20/10/2013
11:18:29

O ministro aposentado Carlos Ayres Britto. ex-presidente do Supremo Tribunal Federal, será o principal orador na sessão especial que a Assembleia Legislativa fará às 14h45 de amanhã para marcar os 25 anos da promulgação da Constituição federal.

A homenagem foi proposta ao presidente Marcelo Nilo pelo ex-deputado constituinte Joacy Goes. Na sessão, falará também o ex-deputado Marcelo Cordeiro, que foi o secretário-geral da Assembleia Nacional Constituinte.



Milionários das urnas

Data: 20/10/2013
11:16:39

“Os cinco do milhão”. Parece nome de programa de TV, mas é apenas a denominação do grupo formado por cinco candidatos a deputado federal que somarão, segundo os analistas, mais de um milhão de votos em 2014.

São eles os deputados Nelson Pelegrino (PT), Mário Negromonte Júnior (PP) e Ronaldo Carletto (PP), além do ex-prefeito Luiz Caetano (PT) e o secretário Jorge Solla (PT).



Geddel tem preferência após Souto

Data: 20/10/2013
11:15:33

Fonte muito ligada ao prefeito ACM Neto assegura a Por Escrito que, a menos que o ex-governador Paulo Souto aceite a indicação, o candidato do DEM ao governo do Estado será Geddel Vieira Lima (PMDB).

A informação vai de encontro à ideia difundida nos bastidores de que Neto não deseja a candidatura de Geddel porque, se vitoriosa, dificultaria a sua própria, a governador, em 2018, embora nesse caso apenas Otto Alencar, que não poderia reeleger-se, fosse o governador que agradaria a muitos.

A propósito, o recente ingresso no PMDB do deputado Bruno Reis, netista “histórico”, teria sido uma sinalização da unidade sólida que os dois líderes constroem, apesar de, nas interpretações diversas que são feitas, ser também um viés de ligação com a base nacional da presidente Dilma.

Devaneios e elucubrações à parte, a chapa seria completada com o ex-prefeito João Gualberto (PSDB) como vice e a ministra Eliana Calmon ou, ainda, Paulo Souto para o Senado. A preferência é pela ministra e o DEM está certo de que contará com ela.



Bancada federal preocupa

Data: 20/10/2013
11:13:16

Paulo Souto faz parte dos planos de concretização da promessa do prefeito Neto ao presidente nacional do DEM, José Agripino, de levar seis deputados para Brasília, pois isso é que pesa no tempo de televisão e na verba partidária.

No partido, o cálculo é de que, sem Souto, o DEM faz cinco deputados federais, e que, se o ex-governador concorrer, sua votação, estimada em 300 mil votos, ajudará a conquistar mais uma cadeira.



Linha de corte

Data: 20/10/2013
11:11:02

Deputados se dividem, mas estabelecem uma média para a linha de corte nas próximas eleições proporcionais, isto é, aquela quantidade de votos abaixo da qual o parlamentar não se elege.

Entre candidatos do govenro, estima-se em 90 mil para deputado federal e 55 mil para estadual. Na oposição, seria possível conquistar o mandato com, respectivamente, 50 mil e 33 mil votos.



Agenda Legislativa estreita relação Fieb-Nilo

Data: 19/10/2013
10:33:59

Uma palestra do presidente Marcelo Nilo marcará o lançamento, quinta-feira próxima, na sede da Federação das Indústrias, da I Agenda Legislativa da Indústria – um documento que contempla projetos de lei de alto impacto, negativo ou positivo, na atividade industrial baiana.

São três as preocupações: a desoneração tributária, a compatibilização do desenvolvimento econômico com a preservação ambiental e os projetos de cunho trabalhista, para evitar normas que restrinjam o nível de emprego ou tragam ônus além dos previstos pela legislação federal.

Fonte deste blog assegura que não foi casual o convite a Nilo para fazer um relato das ações da Assembleia. Por considerá-lo “aberto ao diálogo e ao entendimento” e levando em conta a “lealdade demonstrada ao governador Wagner”, membros da cúpula da entidade o têm como candidato preferencial à sucessão.



Cheiro de majoritária

Data: 19/10/2013
10:32:06

As andanças e conversas que o prefeito José Ronaldo (DEM) vem promovendo em Feira de Santana, onde rearruma partidos e atrai novos apoios, têm aspecto de algo maior que simples ações de cunho municipal.

Supõe-se que ele carrega as baterias para a eventualidade de uma candidatura majoritária em 2014. Que, dependendo dos adversários, pode não ser necessariamente a governador.



Cirurgia cárdio-encefálica

Data: 19/10/2013
10:31:13

Indagado sob a intensa pressão que lhe fez o deputado Targino Machado em recente sessão, o deputado Adolfo Menezes atribuiu-a a uma “brincadeira” do colega, que falava e sorria para ele. “Targino é assim mesmo”, explicou. “Cada vez que opera o coração, volta pior da cabeça”.



Três coligações

Data: 19/10/2013
10:30:21

Se o governo do Estado mantiver o arco de partidos que o vêm apoiando nos últimos anos, terá de fazer três coligações distintas para deputado estadual, porque será, na visão de observadores da política, muito difícil convencer todos os aliados a entrarem num “chapão”.

Já é certa a participação isolada do PCdoB. Quanto ao PSD, por exemplo, a avaliação é de que perderá pelo menos metade dos seus dez parlamentares se disputar ao lado do PT, o que o induz a procurar outros aliados. O PT espera manter o PP e o PDT como parceiros tradicionais.



SDD seria parceiro ideal

Data: 19/10/2013
10:28:53

Para a Câmara dos Deputados, estima-se que uma boa coligação do PSD seria com o novo SDD, que tem os deputados Marcos Medrado, Luiz Argôlo e Arthur Maia, cujo potencial é semelhante ao dos pessedistas Paulo Magalhães, Sérgio Brito, José Nunes, Fernando Torres, José Carlos Araújo e Edson Pimenta.



PP leva vantagem sobre PDT

Data: 19/10/2013
10:27:47

Na coligação a ser liderada pelo PT para deputado federal, é certo que três detentores de mandato não se reelegerão, pois vêm com toda força os secretários Jorge Solla e Cícero Monteiro, além do ex-prefeito Luiz Caetano.

Nessa briga, prevê-se vantagem para o PP, que tem nomes muito fortes, como os deputados estaduais Mário Negromonte Júnior e Ronaldo Carletto, ao passo que o PDT perdeu seus puxadores de voto Marcos Medrado e, antes, José Carlos Araújo.

No plano estadual, a situação é semelhante: o PDT não construiu nomes novos e o PP concorrerá com os secretários Eduardo Salles, Wilson Brito e Carlos Costa.



Leão articula o futuro

Data: 19/10/2013
10:26:17

O deputado João Leão (PP) tem várias alternativas para seu futuro político. O objetivo principal é fazer parte da chapa majoritária da base governista. Não sendo possível, dificilmente se candidatará à reeleição.

Nesse caso, o candidato seria o filho, Cacá Leão, e o grupo teria dois nomes para a Assembleia Legislativa: a presidente da UPB e prefeita de Cardeal da Silva, Maria Quitéria, e o secretário Carlos Costa.

A questão é que Cacá resiste a ir para Brasília na próxima legislatura, por julgar que deve ganhar mais experiência como deputado estadual. A solução seria, então, Quitéria para federal.



Para Vinicius

Data: 19/10/2013
10:25:08

A jornalista Heloisa Sampaio convida o público a “passar a tarde em Itapuã, ao sol que arde em Itapuã, ouvindo o mar de Itapuã...” neste sábado. Também moradora ilustre do bairro, Helô participa da iniciativa da atriz Gessy Gesse para lembrar no seu centenário o poeta Vinicius de Moraes, com quem foi casada.

A programação, na praça que tem o nome do poeta, em frente ao Farol de Itapuã, inclui o show “Artistas cantam Vinicius”, das 16 às 18 horas, com a participação de Carla Visi, Sidney Magal, Firmino de Itapuã, Cláudia Cunha, Alexandre Leão, Edu Casanova.



Iluminado

Data: 19/10/2013
10:23:22

Nos bastidores, diz-se que, a cada discurso do presidente do PDT, Alexandre Brust, aviva-se a aura de democracia e tolerância que envolve o governador Jaques Wagner.




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