Salvador, 17 de dezembro de 2017

Nilo pode ter novo motivo para deixar o PSDB

Data: 30/04/2009
13:57:23

Ao ser questionado, hoje, sobre a possibilidade de o prefeito de Salvador, João Henrique (PMDB) ingresssar no PSDB (veja nota postada abaixo), o tucano Marcelo Nilo, presidente da Assembleia Legislativa, foi sucinto: "Será mais um motivo para eu deixar o partido".



Deputados desmentem participação de prefeitos em marcha da UPB

Data: 30/04/2009
13:51:30

A lista dos prefeitos supostamente presentes à marcha promovida terça-feira (dia 28) no Centro Administrativo, distribuída à imprensa pela União dos Municípios da Bahia (UPB) e publicada com exclusividade em Por Escrito, vem sendo contestada na Assembleia Legislativa por deputados governistas. Três parlamentares asseguraram, após rápido exame da relação, que 15 prefeitos citados pela UPB certamente não compareceram à manifestação.


O deputado Zé Neto (PT) discursou na sessão de quarta-feira para dizer que foram incluídos indevidamente os prefeitos dos municípios de Andaraí (Wilson Cardoso), Brotas de Macaúbas  (Litercílio Nunes de Oliveira Júnior, que teria sido representado pelo secretário da Saúde), Lençóis (Marcos Airton Alves Araújo), Pau Brasil (Antônio José do Prado), São José da Vitória (Jeová Nunes de Souza, outro tido como representado), Novo Triunfo (José Messias Matos dos Reis), Rodelas (Emanuel Rodrigues Ferreira) e Fátima (José Idelfonso Borges dos Santos).


O presidente da Assembleia, Marcelo Nilo, informou hoje que não estavam na marcha os prefeitos de Alcobaça (Leonardo Coelho Brito), Itiruçu (Carlos Roberto Martinelli Iervese), Itaparica (Vicente Gonçalves da Silva), Elísio Medrado (Everaldo Oliveira Caldas), Itaetê (Admar Matos Souza) e Jacobina (Valdice Castro Vieira da Silva, que teria sido representada). O deputado Álvaro Gomes (PCdoB) atestou que seu correligionário Irismá Santos da Silva Sousa, prefeito de Gandu, não esteve na manifestação.



Oposicionista diz que ato foi reivindicatório

Data: 30/04/2009
13:47:15

A oposição entrou na discussão. O deputado Gildásio Penedo (DEM) disse que a lista também contém imprecisões "ao contrário", citando os casos de dois prefeitos que vieram a Salvador, mas cujas presenças não foram apontadas na lista da UPB: Everaldo Joel de Araújo, de Monte Santo, e José Rubens de Santana Arruda, de Tucano.


Já o deputado Clóvis Ferraz (DEM) questionou o interesse dos parlamentares governistas de "descaracterizar" o evento, "que não foi contra o governo federal ou estadual, mas para fazer reivindicações justas diante do estado de penúria das prefeituras com a queda da arrecadação proveniente do Fundo de Participação dos Municípios".


Ferraz se disse desagradado pelas declarações do deputado Zé Neto e do secretário de Relações Institucionais, Rui Costa, "para quem só havia 30 prefeitos na marcha, quando sabemos que participaram 262". Ele afirmou que os prefeitos foram barrados na Governadoria e que depois não quiseram entrar porque "só havia 300 cadeiras para mais de mil manifestantes".



Corre risco mandato do prefeito de Santa Luz

Data: 30/04/2009
13:41:27

O Tribunal de Justiça aceitou na terça-feira (dia 28) denúncia do Ministério Público contra o prefeito de Santa Luz, Joselito Carneiro de Araújo Júnior, por fraude à Lei de Licitações, segundo informou o deputado Joélcio Martins (PMDB). Disse o parlamentar que o processo teve origem em representação do Tribunal de Contas dos Munícipios "em virtude de o gestor ter fraudado diversas licitações para beneficiar o único dono de posto de combustíveis que é seu aliado". Embora haja outros postos na cidade, somente o do aliado, além de empresas de outros municípios, era convidado a participar das licitações para fornecimento de produtos à prefeitura. O prefeito, que já responde a processos "por autopromoção e agressão física", é agora acionado por crime de responsabilidade, numa tentativa dos adversários de tirar-lhe o mandato e os direitos políticos.



João Henrique critica Geddel em telefonema a Jutahy

Data: 30/04/2009
12:30:31

Uma alta fonte do PSDB assegurou hoje (dia 30) ao Por Escrito que o prefeito de Salvador, João Henrique, telefonou ao deputado federal Jutahy Júnior tentando viabilizar seu ingresso no partido tucano, oportunidade em que fez duras críticas ao ministro Geddel Vieira Lima, principal líder do PMDB no Estado.


A informação circula dois dias depois que o site "Política Livre" anunciou que o prefeito sondou o PDT e o PSDB sobre a possibilidade de sua filiação com o objetivo de concorrer ao Senado ou ao governo do Estado em 2010, pretensão para a qual não estaria encontrando apoio no PMDB.


O site, editado pelo jornalista Raul Monteiro, revelou que os contatos relativos ao PDT estão sendo feitos com o presidente da legenda, deputado Severiano Alves. Hoje, a fonte afiançou que o pedido do prefeito quanto ao PSDB foi feito diretamente a Jutahy, mas não soube falar sobre a receptividade.


Algo está, de fato, acontecendo. Também hoje, um renomado advogado da área eleitoral, que pediu reserva de seu nome, afirmou que o senador João Durval (PDT), pai de João Henrique, estava há cerca de 20 dias no restaurante que um de seus filhos tem no shopping Itaigara quando uma pessoa o saudou, comentando que o ministro Geddel estaria forte no processo eleitoral para o governo do Estado.


"Que Geddel", teria respondido Durval. "Geddel está deste tamanhinho", indicando a dimensão num gesto típico com dois dedos. "O melhor candidato é João Henrique, que tem muito mais que 8%", completou, numa possível referência à pontuação máxima alcançada pelo ministro em recente pesquisa Datafolha.



QUESTÃO TÉCNICA RETARDOU NOTICIÁRIO

Data: 29/04/2009
10:56:48

Ainda em fase de ajuste operacional, antes de seu lançamento oficial, este blog enfrentou problemas técnicos e não pôde divulgar ontem (dia 28) os textos relativos à marcha dos prefeitos no Centro Administrativo, em Salvador, o que fazemos agora. Pedimos desculpas aos leitores, certos de que é melhor a informação tardia do que nenhuma informação.



UPB resiste a liberar lista de presentes à marcha

Data: 29/04/2009
10:54:55

Ao fazer a cobertura de um evento como a reunião e a marcha dos prefeitos à Governadoria e Assembleia Legislativa, promovidas pela União dos Municípios da Bahia (UPB) na manhã e tarde de terça-feira (dia 28), é elementar que qualquer repórter procure a lista oficial de participantes, pois sendo um ato político somente assim se pode aferir sua dimensão. Mas a busca do documento pelo repórter de Por Escrito não agradou ao presidente da UPB, prefeito Roberto Maia (PMDB), de Bom Jesus da Lapa.


Na primeira vez em que foi solicitado, às 9h30min, o prefeito disse que a relação dos presentes estava sendo organizada e que a informação seria divulgada oportunamente. Depois da reunião no auditório da entidade, quando a marcha começava em direção à Governadoria, o prefeito foi novamente indagado sobre a lista, dando respostas evasivas, chegando a afirmar que "muitos prefeitos estão aí, mas estão escondidos temendo sofrer represálias".


No final da manhã, na saída da Assembleia, o repórter aproximou-se do prefeito insistindo na liberação da lista de presença sob o argumento de que o número fornecido aleatoriamente pela assessoria da UPB, de "mais 250 prefeitos", não poderia, do ponto de vista jornalístico, ser aceito como confiável. Nesse momento, com o testemunho da jornalista Cíntia Kelly, do "Correio", o repórter foi empurrado por um membro da "comissão de frente" e cercado por outros, não se sabe se prefeitos ou seguranças, sendo mantido a distância de Roberto Maia, apesar de seu objetivo ser tão-somente o cumprimento de sua obrigação profissional.


Mesmo de longe, o repórter perguntou: "Prefeito, o senhor assume a responsabilidade por essa truculência?", sem obter resposta. Mais tarde, no pátio da UBP, o repórter afirmou a Maia em tom tranquilo: "Prefeito, seu irmão, o deputado Arthur Maia, sabe que eu sou um jornalista isento e correto, tanto que ganhei o prêmio de melhor cobertura da Assembleia nos anos de 2007 e 2008, pela "Tribuna da Bahia", conferido pelos deputados, com votos em peso das bancadas do governo e da oposição". Embora estivesse concedendo entrevista a outros jornalistas e radialistas, o prefeito não se dignou dirigir-lhe o olhar.
A essa altura, o interesse pela lista generalizou-se entre os jornalistas presentes, a exemplo de Regina Bocchichio e Lília de Souza, de "A Tarde", Evandro Matos, da "Tribuna da Bahia", e Raul Monteiro, do site "Política Livre", além da própria Cíntia Kelly.



Lúcio Vieira Lima pode ter interferido

Data: 29/04/2009
10:53:50

Pouco depois, no saguão do prédio da UPB, o presidente regional do PMDB, Lúcio Vieira Lima, dava uma espécie de coletiva, em que, preservando o governador Jaques Wagner, de quem disse não ter ouvido nenhuma declaração de boicote à marcha, acusou o presidente do PT, Jonas Paulo, de ter "radicalizado", "politizando" um ato cujo objetivo era apenas chamar a atenção para a situação de penúria financeira dos municípios, ao ordenar aos prefeitos da base governista que não comparecessem.


Foi quando o repórter de Por Escrito observou: "E parece que eles obedeceram, porque a UPB está com dificuldades para apresentar a lista dos prefeitos participantes". O presidente Lúcio, que a bem da verdade não é homem de subterfúgios quando se trata da dar opiniões ou informações à imprensa, respondeu que desconhecia esse problema e revelou sua crença de que a lista seria distribuída. Cerca de 13 horas, a administração da UPB informou que a relação dos  presentes seria distribuída em instantes.


Começou então um razoavelmente longo processo de espera. Nesse meio tempo, o prefeito Roberto Maia, não se sabe se por sugestão de alguém ou por decisão de sua consciência, aproximou-se do repórter, apertou-lhe a mão e sorridente disse: "Fique calmo". Ouviu como resposta: "Eu estou calmo, prefeito. O senhor e seus auxiliares é que não pareciam calmos lá fora".


Passava das 14 horas quando, finalmente, uma funcionária do Núcleo de Atendimento da UPB entregou aos repórteres que resistiram não uma lista formal de participantes, com assinaturas, como seria de se esperar num ato político daquela natureza, mas uma lista com os 417 prefeitos baianos, em que os nomes dos supostamente presentes estavam marcados com um "x".



Os prefeitos supostamente participantes

Data: 29/04/2009
10:41:39

A seguir, em nome da boa informação, Por Escrito relaciona, por ordem alfabética dos municípios, os prefeitos que a UPB diz terem participado da manifestação no Centro Administrativo. Foram anunciados 262 prefeitos, mas a lista só contém 258.


João Hipólito Rodrigues Filho (Abaíra); Delísio Oliveira da Silva (Abaré); Alexandro Meneses de Freitas (Acajutiba); Manoel Vieira de Santana (Adustina); Adailton Nunes de Souza Leão (Água Fria); Jutahy Souza Cosme (Aiquara); Leonardo Coelho Brito (Alcobaça); José Raimundo Laudano Santos (Almadina); Agnaldo Oliveira Lopes (América Dourada/representado); Elbson Dias Soares (Anagé); Wilson Paes Cardoso (Andaraí); Agileu Lima da Silva (Andorinha); Gilson Bezerra de Souza (Angical); Mauro Selmo Oliveira Vieira (Anguera); Agnaldo Félix dos Santos (Antas); Maria Angélica Lopes Carvalho (Antônio Cardoso); Roberto Carlos Dantas Lima (Antônio Gonçalves); Ivonei Raimundo dos Santos (Aporá); Raimundo Pinheiro de Oliveira (Apuarema); Sílvio Maia Filho (Aracatu); Maria Edineide Torres Silva Pinho (Araci); Antônio Miranda Silva Junior (Aratuípe); Jandaíra Soares Silva Xavier (Baianópolis); Artur Silva Filho (Barra); Ana Lúcia Aguiar Viana (Barra da Estiva); Oberdan Rocha Dias (Barra do Choça); Manoel Gabriel dos Santos (Barra do Mendes); Jonatas Ventura dos Santos (Barra do Rocha); Jusmari Oliveira (Barreiras); Orlando Amorim Santos (Barro Alto); Adriano Clementino dos Santos (Barro Preto); José Almir Araújo Queiroz (Barrocas); Iêdo José Menezes Elias (Belmonte); Cézar Ferreira dos Santos Silva (Belo Campo); Gilmário Souza de Oliveira (Biritinga); Hiran Campos Nascimento (Boa Vista do Tupim); Roberto Oliveira Maia da Silva (Bom Jesus da Lapa); Edinaldo Meira Silva (Bom Jesus da Serra); Romulo Antonio Carneiro de Oliveira (Bonito); Moaci Nunes de Queiroz (Botuporã); Alan Andrade Santos (Brejões); Edezio Nunes Bastos (Brejolândia); Litercilio Nunes de Oliveira Junior (Brotas de Macaúbas/representado); Oslindo Jacobina de Almeida (Buritirama); Omar Sousa Barbosa (Caatiba); Romildes Oliveira Rios Machado (Cabaceiras do Paraguaçu; Fernando Antônio da Silva Pereira (Cachoeira/representado); José Luciano Santos Ribeiro (Caculé); Gilberto Ferreira Matos (Caém); Antonio Rocha da Silva (Caetanos); Hildécio Antônio Meireles Filho (Cairú); Maria Angela da S. Cardoso Castro (Camacan); Iracy Andrade de Araújo (Campo Formoso);  Ezenivaldo Alves Dourado (Canarana);  Zairo Jacques Pinto Loureiro (Canavieiras); José Rufino Ribeiro Tavares Bisneto (Candeal); Maria Angélica Juvenal Maia (Candeias); Jaimilton Souza Acioly (Cândido Sales); Arcenio Almeida Gonçalves Neto (Canudos); Itamar da Silva Rios (Capim Grosso); Norma Suely Dias Coelho (Caraíbas); Orlando Nunes Xavier (Casa Nova); Cloves Rocha Oliveira (Castro Alves); Robson Ernesto Silva de Almeida (Catolândia); Hugo Guedes Mendonça (Caturama);  Humberto Gomes Ramos (Chorrochó); Alexnaldo Correia Moreira (Côcos); Adailton Campos Sobral (Conceição do Almeida); Renato Souza dos Santos (Conceição do Coité); Tânia Marli Ribeiro Yoshida (Conceição do Jacuípe); Antônio Elliud Souza de Castro (Conde); Odílio Ribeiro da Silva (Condeúba); Joade Souza Teixeira (Contendas do Sincorá); José Alves Ferreira (Coribe); Carlos Augusto Silveira Sobral (Coronel João Sá); Paulo César Brandão Argolo (Cravolândia); José Santana da Silva (Crisópolis); Antonio Xavier dos Santos (Cristópolis); Maria de Fátima Aragão Sampaio (Dário Meira); Andreia Xavier Cajado Sampaio (Dias D'Ávila); Deraldo Barreto Piton (Dom Macedo Costa); Everaldo Oliveira Caldas (Elísio Medrado); Fernando Almeida de Oliveira (Entre Rios); Diolando Batista dos Santos (Esplanada); Maria de Fátima Nunes Soares (Euclides da Cunha); José Ildefonso Borges dos Santos (Fátima); Alex Ronan Viana Mota (Feira da Mata); Tarcízio Pimenta (Feira de Santana); João Luiz Maia (Filadélfia); Padre José Aguinaldo dos Santos (Firmino Alves); Sandra Maisa Baldoino Cardoso (Floresta Azul); Manoel Afonso de Araújo (Formosa do Rio Preto); Irismá Santos da Silva Souza (Gandu); Benvinda de Oliveira Silva (Gavião); Ivonilton Vieira Santos (Gentio do Ouro); Altamirando de Jesus Santos (Gongogi); Domingas Souza da Paixão (Governador Mangabeira/representado); Jorge Ubirajar Marques de Souza (Guajeru); Nilo Coêlho (Guanambi/representado); Ademar Pinto Rosa (Guaratinga); Adelson Souza de Oliveira (Iaçu); Héliton Alves Cardoso (Ibiassucê); Cláudio Antônio Kalil Dourado (Ibicuí); Nei Amorin de Souza (Ibipeba); Humberto Raimundo Rodrigues de Oliveira (Ibipitanga/representado); Rildo Cleber Macedo Ramos (Ibiquera); Antonio Conceição Almeida (Ibirapitanga); Edvaldo Carvalho dos Santos (Ibirapuã); Jorge Abdon Fair (Ibirataia); Nilton Lopes de Menezes Sobrinho (Ibitiara); Francisco Moitinho Dourado Primo (Ibititá); Wilson de Oliveira Leite (Ibotirama); Renato Adelino Almeida (Ichu); Newton Francisco Neves Cotrim (Igaporã); Newton Lima Silva (Ilhéus); Euberto Luiz de Almeida Rocha (Inhambupe); Ailton Souza Silva (Ipecaetá); Deraldo Alves de Araújo (Ipiaú); Antonio Oliveira Sampaio (Irajuba); José Rodrigues de Oliveira Júnior (Iramaia); Derivaldo Pinho Cerqueira (Irará); Osvaldo Gomes Caribé (Itabela); José Nilton Azevedo Leal (Itabuna); Ademar Matos Souza (Itaetê); Gilson Manoel Fonseca (Itagibá); Rielson Santos Lima (Itagimirim); Marcos Barreto Dantas (Itajuípe); Moacir Santos Andrade (Itambé); Milton Ferreira Guimarães (Itanhém); Vicente Gonçalves da Silva (Itaparica); Jackson Rezende (Itapé); Dernivaldo Dias Ferreira (Itapitanga); Abimael Timoteo de Souza Teixeira (Itaquara); Carlos Alberto Martinelli Iervese (Itiruçu); Juvenal Wanderley Neto (Ituaçu); André Lisboa Filho (Ituberá); Reinaldo Barbosa de Góes (Iuiú); José Dias da Silva (Jaborandi); Antonio Carlos Freire de Abreu (Jacaraci); Valdice Costa Vieira da Silva (Jacobina/representada); Aldemir Moreira (Jaguaquara); Arnaldo Francisco de Jesus Lôbo (Jaguaribe); Roberto Carlos Leite de Ávila (Jandaíra); Luiz Carlos Souza Amaral Jequié); João Batista Melo de Carvalho (Jeremoabo/representado); Juvenal Farias Maia (Jiquiriçá); Manoel do Carmo Loiola Paixão (Jucuruçu); Ronaldo Almeida Souza (Jussara); Neone Simões Barboza Cordeiro (Jussari); Vagner Neves Freitas (Jussiape); Zenildo Brandão Santana (Lafaiete Coutinho); José Carlos Trindade Duca (Lagoa Real); Luiz Hamilton Couto Junior (Laje); Daniel Rodrigues Fraga (Lajedão); Antonio Mário Lima Silva (Lajedinho); Arivaldo dos Anjos Damião (Lamarão); Hermenilson Ferreira Carvalho (Lapão); Marcos Airton Alves Araújo (Lençóis); Carlos Roberto Souza Batista (Livramento de Nossa Senhora; Antonio Carlos Marcedo Araujo (Macarani); Amélio Costa Junior (Macaúbas); Eranita de Brito Oliveira (Madre de Deus); Brasilino José da Silva Neto (Maetinga); Jesulino de Souza Porto (Maiquinique); Valdeci Alves Bezerra (Malhada de Pedras); Edson Ferreira de Brito (Marcionílio Souza); João Gualberto Vasconcelos (Mata de São João); Olga Gentil de Castro Cardoso (Matina); Adilson Almeida do Nascimento (Mirangaba); Helio Ramos Lima (Mirante); Rita de Cassia Cerqueira dos Santos (Mortugaba); Fernando Azevedo Medrado (Mucugê); Luzinar Gomes Medeiros (Mundo Novo); Antonio Rodrigues do Nascimento Filho (Muniz Ferreira); José Nicolau Teixeira Leite (Muquém do São Francisco); Milton Rabelo de Almeida Junior (Nazaré); Maria das Graças Soares de Oliveira (Nilo Peçanha); Wilson Araújo Matos (Nordestina); Marival Neuton de Magalhães Fraga (Nova Canaã); José Andrade Brandão de Almeida (Nova Soure); Carlos Robson Rodrigues da Silva (Nova Viçosa); José Lopes dos Anjos (Novo Horizonte); José Messias Matos dos Reis (Novo Triunfo); Nildon da Silva (Ouriçangas); Antonio Araújo de Souza (Ourolândia); Manoel Rubens Vicente da Cruz (Palmas de Monte Alto); Marcos Venícios Santos Teles (Palmeiras); Júlio Bernardo Brito Vieira Bittencourt (Paramirim/representado); George Roberto Ribeiro Nascimento (Paripiranga); Antonio José do Prazo (Pau Brasil); Alceu Barros de Araújo (Pedrão); Pedro Gomes Filho (Pedro Alexandre); Alencar Julião Dias Filho (Piatã); João Ubiratan Queiroz Limna (Pilão Arcado); Lourivaldo da Cruz Teixeira (Pindaí); Carlos Alberto Silva Santos (Piritiba/representado); Edson Duarte da Cunha (Planalto); Luciano Araújo Mascarenhas (Poções); Olyntho Alves Moreira (Potiraguá); João Alberto Viana Amaral (Prado); José Conegundes Vieira (Presidente Jânio Quadros); Josué Paulo dos Santos Filho (Presidente Tancredo Neves); Edivaldo Cayres Rodrigues (Queimadas); Joaquim Manoel dos Santos (Quijingue); José Clementino de Carvalho Filho (Remanso);  José Alberico Silva Moreira (Retirolândia); Lauro Falcão Carneiro (Riachão do Jacuípe); Tito Eugênio Cardoso de Castro (Riachão de Santana); José Lourenço Morais da Silva Júnior (Ribeira do Pombal/representado); Marcio de Oliveira Farias (Rio de Contas); Antonio Oliveira Novais (Rio do Antônio); José Ney Nardes (Rio do Pires); Antonio Alves dos Santos (Rio Real); Emanuel Rodrigues Ferreira (Rodelas); Wilson Ribeiro Pedreira (Salinas da Margarida); João Henrique Carneiro (Salvador); Romildo Alcântara de Andrade (Santa Inês); Joselito Carneiro de Araújo Júnior (Santaluz); Ismar Jacobina de Santana (Santa Luzia); Romualdo Rodrigues Setúbal (Santa Rita de Cássia); Marco Aurélio dos Santos Cardoso (Santana); Juarez Almeida Tavares (Santanópolis); Ricardo Jasson Magalhães do Carmo (Santo Amaro); Euvaldo de Almeida Rosa (Santo Antônio de Jesus); Rogério dos Santos Costa (Santo Estêvão); João Barbosa de Souza Sobrinho (São Desidério); Izaque Rios da Junior (São Domingos); Francisco Andrade Ferreira (São Felipe); Alex Sandro Aleluia de Brito (São Félix); José Carlos Gomes Ferreira (São Gabriel); Antonio Dessa Cardoso (São Gonçalo dos Campos); José Nunes de Souza (São José da Vitória/representado); Manoel Alves Bonfim (São Miguel das Matas); Antonio Raimundo de Araújo (Saubara); Antonio Fernando Ferreira Rocha (Saúde/representado); Ednaldo dos Santos Barros (Sento Sé); Enilson Fagundes Camelo (Serra Dourada); Gildo Mota Bispo (Serrolândia); Danilson dos Santos Silva (Sítio do Mato); José Cavalcante de Araújo (Tabocas do Brejo Velho); João Francisco Santos (Tanhaçu); Jorge Flamarion Ramos de Souza (Tanquinho); Antonio Valente Barbosa (Teodoro Sampaio); Tercio Nunes Oliveira (Teofilândia); Antonio Santana Junior (Teolândia); Francisco Hélio de Souza (Terra Nova); José Carlos Vieira Bahia (Tremedal); Jorge Luiz Lobo Rosa (Uauá); Lúcio Passos Monteiro (Ubaíra); Alexandre Néri de Almeida (Ubaitaba); Agilson Santos Muniz (Ubatã); Dejair Birschner (Una); Moacyr Batista de Souza Leite Junior (Uruçuca); Ramiro José Campelo de Queiroz (Valença); Ubaldino Amaral de Oliveira (Valente); Lourivaldo Souza Filho (Várzea da Roça); Radaman de Souza Barreto (Varzedo); Elter Silva Bastos (Wagner); e Suzete Nascimento da Silva (Wenceslau Guimarães).



Marcha de prefeitos é nova etapa na briga entre PT e PMDB

Data: 27/04/2009
16:45:17

Desde o processo eleitoral de Salvador, em 2008, deterioram-se a olhos vistos as relações entre PT e PMDB na Bahia, a ponto de a aposta no rompimento ser a que tem, hoje, maior possibilidade de ganhar. Mas a verdade é que o quadro baiano será necessariamente regulado pelo caminho que os peemedebistas tomarem no plano nacional, se o do apoio ao governador José Serra (PSDB) ou à ainda candidata preferida do PT, ministra Dilma Rousseff.

A marcha que a União dos Municípios da Bahia (UPB) pretende fazer amanhã de manhã (dia 28) à Governadoria, para denunciar a penúria das prefeituras agravada pela crise econômica, tornou-se mais uma etapa desse embate doméstico.

Nos últimos dias, outros "rounds" ocorreram, como a declaração do presidente da Petrobras, José Sérgio Gabrielli, de que o ministro Geddel Vieira Lima fora o mentor das denúncias sobre a farra junina promovida por Rosenberg Pinto no interior da Bahia. O adversário, por sua vez, contra-atacou no plano institucional, usando seu tempo na TV para dizer que "o trabalho na Bahia tem nome: PMDB". Só faltou dizer "Geddel".

Num dos auges da briga, o ministro chegou a publicar artigo na imprensa colocando à disposição os cargos que tem no governo estadual. Claro que não tomou a iniciativa da exoneração documental porque no fundo não quer perder a máquina que tem nas mãos. Já o governador Jaques Wagner não pensa na demissão coletiva porque nem de longe que ser o detonador de uma crise que venha a envolver nacionalmente os dois partidos. Sabe que Dilma, ou quem quer que seja, vai precisar do PMDB para vencer a eleição.

 

CLIMA PIORA, GARANTE PEEMEDEBISTA

 

Uma alta fonte do PMDB, que pediu reserva de seu nome, confidenciou a "Por Escrito" que "o clima está cada vez pior", fazendo questão de atribuir aos petistas a culpa nos diversos episódios de confronto entre as duas legendas. Se na disputa pela cadeira de conselheiro do TCE, em 2007, o partido terminou reconhecendo a precedência do PT, que emplacou o deputado Zilton Rocha, o mesmo não se pode dizer da eleição para prefeito de Salvador, realmente um divisor de águas na história da aliança.

O PT, julgando frágil a candidatura de João Henrique, tachada de "natural" pelo próprio governador, já que, afinal, tratava-se de um projeto de reeleição, tentou tomar conta da situação. Enfrentou um ministro Geddel disposto a delimitar seu território e acabou, no segundo turno, sofrendo fragorosa derrota, com a participação dos históricos adversários do DEM ao lado do prefeito.

Em seguida vieram, quase simultaneamente, as eleições para a UPB e para a Mesa da Assembleia Legislativa. No primeiro caso, assegura a fonte peemedebista, o governador Wagner foi comunicado da candidatura do prefeito de Bom Jesus da Lapa, Roberto Maia, do PMDB, e disse que seria "um ótimo nome". Depois apareceu o petista Luiz Caetano, de Camaçari, para medir forças.

Na disputa da Assembleia, a situação já estava agravada a tal ponto que Wagner não quis reconhecer o "direito" de o PMDB indicar o candidato da base governista, e fixou-se no nome do fiel e leal Marcelo Nilo (PSDB). A bancada do PT reuniu-se para apoiar Nilo oficialmente e criou o fato consumado, afastando a possibilidade de eleger Arthur Maia (PMDB), que já havia muito tempo não gozava da confiança do governador.

Houve quem tentasse, na base do "dos males o menor", um acordo que salvasse os dedos, já que os anéis estavam irremediavelmente perdidos. Mas o PT teria endurecido a posição e foi à luta. "Veja", disse a fonte, "que foram do PT e do PMDB, cada um de um lado, os votos que faltaram para a eleição de Fátima Nunes e Leur Lomanto", numa referência ao fato de que Fátima, do PT, perdeu a primeira vice-presidência para Rogério Andrade, do DEM, e o líder do PMDB, Leur Junior, foi derrotado por Roberto Carlos, do PDT, para a primeira secretaria).

 

PREFEITOS QUEREM GEDDEL GOVERNADOR

 

A marcha dos prefeitos é mais uma situação em que o PMDB acusa o PT de manipulação para jogar lenha na fogueira da crise. "O PT politizou a questão", disse a fonte. "A movimentação da UPB começou muito antes de Lula anunciar as medidas para minimizar o problema dos municípios. Não era um movimento contra Lula ou Wagner, mas apenas a ação legítima de uma entidade para chamar a atenção para a gravidade do momento".

Segundo a fonte, após a "radicalização" do PT, que atribuiu a Wagner a pressão para que os prefeitos aliados não participassem da marcha "e depois recuou", políticos oposicionistas, entre eles o ex-governador Paulo Souto, o deputado ACM Neto, ambos do DEM, e o senador César Borges (PR), tiveram o espaço necessário para "faturar".

Os tambores de guerra estão batendo cada vez mais forte no interior, onde os prefeitos e lideranças do PMDB nos pequenos municípíos desejam cada vez mais o lançamento da candidatura de Geddel ao governo do Estado. "O ministro pode tentar o Senado ou governo. Uma ala crescente no partido o quer governador, mas isso vai depender da questão nacional. O partido é muito grande a está dividido entre Serra e Dilma", concluiu a fonte.

 



Entrevista desamarra Dilma, que admite sem querer candidatura à presidência

Data: 25/04/2009
16:25:56

A ministra da Casa Civil do governo federal, Dilma Rousseff, antes sugerida e hoje já anunciada pelo próprio presidente Lula como candidata a sua sucessão, costuma dizer a repórteres que "nem amarrada" trata do assunto. Mas hoje (dia 25) foi forçada a um gesto que sacramenta, se não a consumação, pelo menos a definição de que será ela a nomeada pelo PT para enfrentar em 2010 o também quase certo José Serra (PSDB), governador de São Paulo, numa eleição em que os brasileiros se pronunciarão com mais conhecimento de causa sobre as duas forças políticas que dividiram o poder nos últimos 16 anos.

A doença de chefes de Estado, ou de pessoas próximas a assumir essa função, é um tabu quase absoluto, já que se presume, com certa razão, que a imagem de um candidato gravemente doente é ruim para a candidatura, e se o cidadão em questão já está no poder, pior ainda, pois pode haver reflexos deletérios na condução do país e, por decorrência, na estabilidade das variáveis econômicas. Esta realidade deveria, racionalmente, ser tratada de outra maneira, não cercada de segredos, porque, afinal, quando os desígnios do imponderável se abatem sobre qualquer ser humano, não há dinheiro nem tecnologia que impeçam sua passagem para o outro plano. Entretanto, o sigilo é a prática, e no Brasil tivemos a desventura de constatá-lo em época histórica recente, há 24 anos, quando o presidente eleito Tancredo Neves baixou hospital a menos de 12 horas da posse para uma sucessão de cirurgias que terminaram no cemitério.


 



Doença de Mantega não teria o mesmo tratamento

Data: 25/04/2009
16:22:31

Na manhã deste sábado, eu dirigia meu carro para o lazer corriqueiro dos fins de semana quando ouvi na rádio "Band News" a notícia da jornalista Mônica Bergamo, publicada na sua coluna do dia no jornal "Folha de S. Paulo", sobre a internação da ministra num hospital para tratar de um problema de saúde. Os locutores do horário não tinham os detalhes para relatar. Na hora do almoço, já em casa, vi o apresentador Leo Batista, do "Globo Esporte", informar que a ministra daria entrevista "em poucos minutos" para comentar a "extração de um tumor maligno" a que havia se submetido.

Ocorreu-me imediatamente o pensamento que dá título a esta matéria. O "staff" do Planalto, diante de tão sensível emergência, decidiu encará-la sem subterfúgio, como se pensasse: "De fato, a candidata está doente, mas levará a verdade à nação", numa forma de credenciar-se à alta responsabilidade que almeja, em que a transparência pode ser requisito fundamental. Tenho certeza de que, se fosse o ministro Guido Mantega, ou outro qualquer do "time de Lula", nem saberíamos de internação ou cirurgia.

Parece que chego atrasado à conclusão sobre a veracidade da candidatura, mas o faço porque é comum ouvir em rodas políticas que "Dilma é boi de piranha", que a verdadeira candidatura petista ainda está por ser lançada, embora os presentes quadros do partido não tenham muito o que sonhar nesse quesito. Convém voltar à expressão do parágrafo inicial, da própria Dilma, que "nem amarrada" comenta a possibilidade de pleitear a presidência da República. Na entrevista de hoje, ainda no hospital, ele repetiu o bordão ante a inevitável pergunta. Mas, sinceramente, quem se interessaria muito pela saúde da ministra se não fosse a perspectiva de ela vir a ser a sucessora de Lula?

 



Os governos e a possibilidade de enrolação

Data: 25/04/2009
16:16:22

Sem me recordar o nome do cidadão, lembro-me de um respeitável jornalista norte-americano que, quando a isto solicitado, dava uma singela e profunda lição sobre a profissão. Ao entrevistar um político, um governante, ouvia-o atentamente por horas que fosse, mas sempre com um pensamento na cabeça: "Esse filho-da-mãe está querendo me enrolar". Digo isso para passar à segunda etapa da análise, que se baseia na suposição de que -continuemos a chamá-lo assim - o "staff do Planalto" está querendo enrolar todo mundo.

Por que a doença da ministra Dilma não foi comunicada à nação no momento em que foi diagnosticada, ainda no "estágio 1-A", num exame preventivo de rotina, cuja data de realização não foi precisada? Se o "compromisso" era com a "transparência", a própria cirurgia deveria ter sido acompanhada pela imprensa, a "vista da nação" batizada por Rui Barbosa. Teria querido o "staff do Planalto" ter a convicção da alta perspectiva de cura, estimada por um dos médicos em "mais de 90%", ou, se não fosse o caso, a nação seria enrolada mais uma vez com objetivos que nem é bom imaginar?

 



Capacidade de trabalho não seria atingida

Data: 25/04/2009
16:06:14

Na entrevista, declarando-se afeita à fidelidade aos fatos, a ministra passou à equipe médica a responsabilidade pelos aspectos técnicos para não "correr o risco de dizer uma impropriedade". A ela coube falar dos aspectos altamente positivos sobre o futuro, referindo-se ao que seria uma saga do povo brasileiro de "transpor (as dificuldades) e sair inteiro do lado de lá". Indagada se muda algo no seu dia-a-dia, completou com otimismo que "não há incompatibilidade entre o tratamento e o trabalho" e que "o ritmo possivelmente não terá nenhuma diminuição".

Quanto aos médicos, embora a cura não tenha um prazo determinado, anunciaram uma quimioterapia de quatro meses, com sessões de quatro horas de três em três semanas, para combater os efeitos do "único nódulo" detectado no sistema linfático da paciente e retirado na cirurgia. Acrescentaram que ela passaria por "exames periódicos" após o tratamento, mas não -  em caso de cura, depreende-se - "pelo resto da vida", como sugeriu um repórter.

 



Sobre o tempo da cirurgia, tamanho e local do tumor

Data: 25/04/2009
16:04:07

Curiosas foram uma meia divergência e uma divergência na equipe médica, respectivamente. O clínico Roberto Kalil Filho, o mesmo do presidente Lula, disse que a cirurgia ocorreu há "algumas semanas atrás", resposta que repetiu quando um dos jornalistas quis saber com mais exatidão. O médico Paulo Hoff referiu-se a "pouco mais de três semanas". Pode-se dizer que são períodos parecidos, mas "algumas semanas" pode ser, por exemplo, dez semanas, o que já seria o triplo do tempo.

A diferença mesmo ocorreu com relação ao tamanho do nódulo extraído do corpo da ministra. A médica Yana Novis, a princípio, passou ao largo da pergunta. Bem mais tarde, ante a insistência, disse que era de 2 centímetros. Já o médico Hoff, sem que ninguém lhe perguntasse, informou que era de 2,5 centímetros. Aparentemente pouca coisa, mas 25% maior. Estranho mesmo foi um dos médicos, tentando explicar a origem do mal, ter afirmado que é uma doença típica de "países desenvolvidos". Careceu-se de melhor esclarecimento.

Vale registrar, por fim e por enquanto, que o tumor, segundo a médica Yana, foi extirpado da "axila esquerda", mas a ministra Dilma, não se sabe se por equívoco ou insensibilidade física, apontou para a axila direita quando citou o local da cirurgia. O assunto, do ponto de vista das doenças e das circunstâncias eleitorais, não está esgotado e poderá ser objeto de análise nos próximos dias, quando este "blog" entrar na fase das emissões regulares.

 




Página Anterior    Próxima Página